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quarta-feira, 23 de maio de 2012

A genialidade de Seth MacFarlane

Muita gente já deve ter ouvido falar ou assistido Family Guy, American Dad e The Cleveland Show. E talvez as pessoas que curtem o desenho nem conhecem quem está por trás disso tudo. O nome dele é Seth MacFarlane, e seu humor ácido e sem escrúpulo nenhum deixa muita gente incomodada com suas produções. Esta que domina este blog A-D-O-R-A qualquer coisa que saia da mente brilhante de Seth.


Seth tem 38 "aninhos" e seu currículo se resume em ator, dublador, animador, roteirista, comediante, produtor, diretor e... cantor(?). Ele é daquele tipo de sujeito que tem uma ideia e quer fazer ele mesmo, sem depender de ninguém. Por isso criou e produz/dirige/desenha/escreve/dubla as três séries que citei no início deste texto.

A produção de Seth (Family Guy) já foi muito comparada com The Simpsons, por se tratar de uma família americana com três filhos, cujo pai é um gordo sem noção e a esposa é uma gostosona que ninguém sabe o porquê de ser casada com aquela criatura. Mas o que mais ligam as duas séries de animação é o humor, que não se importa com o que qualquer um vai dizer de seu roteiro; ele só quer fazer graça e criticar bastante os Estados Unidos, além de outros países que merecem uma boa crítica.

Preconceito não existe nas obras de Seth. Na verdade, existem sim, e muito! Mas quem curte a série não vê isso, porque humor negro é assim mesmo: vai falar de negros, de asiáticos, de homossexuais, de europeus, de estupro, de assassinato, de aborto, de política, religão, deficiência física e mental, enfim, de absolutamente tudo o que existe no mundo mas que nem todos têm coragem de dizer (com a exceção de alguns stand-up comedians).

E é "só" por isso que tanta gente detesta o Seth e seus "desenhos". Muita gente os considera idiotas e sem sentido nenhum. Convenhamos, alguma coisa faz sentido atualmente no show business? O que diferencia Seth de muitos produtores na indústria é que ele sabe que existem pessoas que gostam deste tipo de humor sujo e imbecil e, por isso, continua trabalhando nisso. E a gente agradece!

Quando eu disse que alguns consideram as produções "idiotas", não quis dizer de um modo ruim. É LÓGICO que é idiota! Se não fosse, não seria tão genial! É tudo muito idiota e sem noção; e é por isso que a gente gosta tanto.


Family Guy


Traduzido no Brasil para Uma Família da Pesada, a produção surgiu em janeiro de 1999, e conta a história de Peter Griffin, um idiota gordo e nojento, sem nenhum escrúpulos ou maneiras decentes de se comportar em sociedade, e sua família. A esposa de Peter, Lois, é uma dona de casa que, apesar de ser um pouco sem noção como o marido (como não poderia ser?), também tem seu lado "normal", cuidando de seus filhos e querendo o que há de melhor para sua comunidade.

O casal tem dois filhos adolescentes, Meg e Chris. Meg é sem graça e tímida, não tem nenhum amigo e se acha gorda e feia, além de usar óculos. Os pais, é claro, não ajudam nem um pouco na autoestima da jovem, deixando claro que, em uma situação de perigo, se alguém precisar ser sacrificada, esse alguém será Meg (e eles até já fizeram isso algumas vezes). Chris é a cópia do pai. Gordo e nojento, o moleque é burro como uma porta e nunca entende nenhuma piada por ser uma anta.

Mas quem realmente se sobressai na série é o bebê psicopata, Stewie. O menino fala com uma voz de adulto britânico, mas ninguém o entende; então é como se estivéssemos ouvindo seus pensamentos maléficos enquanto o restante da família só ouve o eterno resmungar de um bebê. Mas um membro da família o entende: Brian, o cachorro.

É incrível a família entender o que o cachorro fala mas não entender o bebê! Mas é assim mesmo. Brian é tratado como humano e vive como se fosse um. Ele namora mulheres humanas, dorme com elas, frequenta a universidade e ninguém acha aquilo estranho. Esta é uma característica de Seth. Em todas as suas produções encontramos um animal falante.

Family Guy conta com a participação de muitos outros personagens, como o vizinho idoso pedófilo que quer o corpo nu de Chris, o outro vizinho tarado que vive pegando a mulherada, chamado Quagmire, Joe, outro vizinho, que é policial e paraplégico, combatendo o crime em sua cadeira de rodas e que tem uma esposa grávida.

É tudo muito estranho, mas é assim mesmo que a coisa funciona.


American Dad


Criada em 2005, a série mostra a vida de Stan Smith, um agente da CIA extremamente patriota. A América é tudo para ele. Stan é intolerante com tudo e todos que vêm de outros lugares do mundo e não pensa duas vezes antes de humilhar alguém ou mostrar como é superior por ser americano. Uma crítica perfeita ao patriotismo ridículo que muitos americanos carregam como um troféu, a série também mostra uma família americana e seus filhos problemáticos.

Stan é casado com Francine, uma loira burra feito uma porta que é dona de casa. Os dois têm dois filhos: Steve, um pré-adolescente nerd que vive querendo pegar as meninas da escola, mas que está sempre lendo Harry Potter e jogando RPG com seus amigos esquisitos, e Haley, uma estudante universitária que descobriu como é a vida fora da mente do pai e virou hippie, namorando tudo quanto é figura estranha, para o desgosto de Stan.

Stan também é um bruto com a esposa, com os filhos e com o resto do mundo, como Peter Griffin. O estilo de Seth não difere muito entre uma produção e outra, e a gente curte isso, pois pode ver que cada série possui a mesma intenção, só que abordada de maneira diferente.

Os personagens secundários de American Dad são tão bons quanto os de Family Guy. Greg e Terry, o casal homossexual que mora do outro lado da rua, e que alugou o útero de Francine para terem um bebê, são apenas o começo. Temos também os colegas de trabalho de Stan, tão brutos, patriotas e imbecis quanto o próprio. A família de Francine é excelente, já que ela foi adotada por um casal asiático que odeia o modelo capitalista. E os amigos de Steve, cada um mais esquisito e nerd que o outro.

Como nada é muito normal nas produções de Seth, os Smiths têm um extraterrestre vivendo no sótão. Roger é um sujeito folgado e espaçoso, que está sempre se disfarçando de diferentes personalidades para sair à rua sem ser reconhecido, usando o cartão de crédito de Stan e abusando de sua hospitalidade e paciência.

Eles também têm um peixe dourado, o Klaus, que na verdade é um atleta russo que em um experimento da CIA teve seu corpo trocado com o de um peixe e Stan não teve coragem de matá-lo e o levou para casa.


The Cleveland Show


Depois de não suportar mais viver na mesma rua de Peter Griffin e sua família destrambelhada, em 2009, Cleveland Brown aproveitou que sua esposa lhe havia traído com Quagmire e havia lhe deixado com seu filho e vazado no mundo, e mudou-se de cidade. Ele pretendia ir para uma cidade grande e glamurosa, mas, ao passar por sua cidade natal, acabou gostando e ficando por lá mesmo.

Lá, ele reencontrou velhos amigos, e fez novas amizades. Cleveland reencontrou também seu amor do colégio, que havia divorciado do babaca com quem ela namorava quando eles eram mais novos e estava solteira. Depois de ver como Cleveland colocou moral em seus dois filhos, Donna o chamou para morar com ela. E pronto! Cleveland tem uma família completa, e um programa só dele.

Donna tem dois filhos: Rallo, um moleque de quatro anos que fala com voz de adulto (outra característica de Seth, como podemos ver com Stewie Griffin), e Roberta, uma adolescente piriguete que só namora homens brancos.

Cleveland deixou para trás Quagmire, Joe e Peter, mas em sua nova/velha cidade ele encontrou novos amigos, como Holt (o pegador que ainda mora com a mãe), Angus (um sulista que é casado com uma mulher que tem obesidade mórbida e só se locomove com um carrinho automático) e Tim, o urso. Sim, um urso! Tim é casado com uma ursa e eles têm um filho urso.

O filho de Cleveland, Cleveland Junior, é um jovem tímido e sem amigos. O pai achou que em uma cidade pequena ele se daria melhor, mas a coisa não melhorou muito. O menino às vezes se junta a Ernie, filho de Angus, mas nem é sempre que ele consegue acompanhar o ritmo do garoto.

Seth é a voz da maioria de seus personagens. Em Family Guy, por exemplo, ele é Peter, Stewie e Brian, os três personagens que mais têm participação nos episódios, além de outros personagens que não são tão constantes.

Mas ele também conta com a voz de outros atores, como Mila Kunis (na voz de Meg Griffin), Seth Green (na voz de Chris Griffin), Alex Borstein (na voz de Lois Griffin), Jason Sudeikis (na voz de Holt), Scott Grimes (na voz de Steve Smith), Patrick Warburton (na voz de Joe Swanson) e muitos, MUITOS outros que fazem participação em um episódio ou outro, como Lizzy Caplan, Jane Linch, Will Sasso, Mo Collins, Debra Wilson, Hugh Laurie, Alyssa Milano, Haley Joel Osment, Will Ferrell, Jimmy Kimmel, Gene Simmons, Andy Dick, Judy Greer, Drew Barrymore, Cloris Leachman, Nancy Cartwright (que faz a voz de Bart Simpson), Jessica Biel, Carrie Fisher, Paulo Abdul, Robert Downey Jr., Gary Cole, Frank Sinatra Jr.,  Tom Brady, Jay Leno, Betty White, Carrot Top, Tori Spelling, Jason Priestley, Jennie Garth, Kiefer Sutherland... PAREI! Tem muito mais gente importante nessa lista, mas já tá bom pra ter uma ideia geral.

Seth também gosta de misturar os personagens de suas animações. Várias vezes já vimos alguém de American Dad dar as caras em Family Guy e vice-versa; além de muitos personagens de Family Guy visitar Cleveland em sua nova morada.

MacFarlane tem outros projeto sim, mas estes três que citei são os que o consagraram e por isso resolvi escrever sobre o sujeito. Vale muito a pena conferir a produção de Seth, a menos que você seja daquelas pessoas chatas que vão achar tudo politicamente incorreto e fazer cara feia a cada palavrão, ato de violência, preconceito ou falta de educação.

Os roteiros de Seth são fantástico, mas não é para qualquer um entender e curtir. Como já dito aqui, não dá pra ser enjoado sobre o que é certo e o que é errado. Também tem que entender o idioma original das produções e conhecer a cultura americana para compreender o motivo e a maneira como determinada piada se desenvolve.

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Estreia em agosto o filme Ted, que Seth dirigiu, produziu e escreveu (pra variar), além de fazer a voz do próprio Ted, um bichinho de pelúcia folgado que atrasa a vida de John, seu "dono". O filme conta com Mila Kunis, Mark Wahlberg (no papel de John) e Joel McHale, além do própirio Seth.


A história me parece um pouco forçada. Mas se leva o nome do Seth, não vou deixar de dar uma conferida.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Elas foram arruinadas... Ou não?

Série sem trilha sonora não rola!

Muitas músicas ficam marcadas para os seriadores porque foram trilha de uma cena que marcou aquela série que ele tanto ama, seja uma cena romântica onde o seu casal favorito finalmente se acerta, ou seja numa cena de ação bem emocionante.

Mas tem músicas que nunca mais poderão ser levadas a sério porque foram usadas em cenas de sitcoms, aquelas que, por mais séria que seja a música, vai ficar engraçado, mesmo que não seja esta a intenção.

Listei algumas aqui que marcaram minhas sitcoms favoritas:


500 Miles - The Proclaimers (How I Met Your Mother)


Impossível um fã de How I Met Your Mother não rir muito quando escuta essa música, lembrando do Ted e do Marshall em época de faculdade. Ou lembrando do Marshall dizendo que detesta a música, e depois dizendo que ama, e depois detestando, e depois amando novamente.


Closing Time - Semisonic (The Office US


Andy foi nominado o novo gerente regional da Dunder Mifflin e, para ocupar o cargo com estilo, ele institucionou uma tradição: cantar Closing Time sempre que o expediente estiver acabando. Só ele aderiu, é claro. Mas agora eu sempre lembro dessa música quando tô saindo do meu trabalho.


All By Myself - Eric Carmen (Friends e muitas outras)


Todo fã de Friends lembra de quando Joey se mudou do apartamento que ele dividia com Chandler e os dois eram muito orgulhosos para dizer que sentiam falta do outro. All By Myself foi a trilha do sofrimento de ambos enquanto assistiam Baywatch.

Outras séries usaram essa música em cenas "tristes" que fizeram a gente rir um bocado. Na verdade, acho mais fácil encontrar séries que não usaram essa música.

How I Met Your Mother fez um cover (All By Ourselves) quando Robin e Barney queriam pedir desculpas para Lily e Marshall por terem faltado à sua "noite dos casais".

Em The Middle, Frankie surtou com os filhos e o marido e saiu dirigindo loucamente e ouvindo All By Myself a toda altura no carro, enquanto chorava copiosamente.


Believe it or not - Joey Scarbury (Seinfeld)


George Costanza fez uma mensagem personalizada pra colocar na secretária eletrônica e usou o ritmo de Believe it or not, mas com suas próprias palavras. Por mais que tenha mudado a música, ela nunca mais será a mesma pra mim e sempre lembro da secretária do George... a acabo rindo.


Kiss from a Rose - Seal (Community)


O reitor, que todo mundo sabe que tem uma quedinha pelo Jeff, deu um jeito de chantagear o coitado para passar a tarde com ele. Dentre os programas, eles cantaram um dueto no karaokê. E a música nunca mais foi a mesma aos meus ouvidos.


Endless love - Lionel Richie (Friends)


Friends foi a sitcom das cenas épicas (veja AQUI os momentos épicos de Friends). Nada mais justo do que ser a sitcom com músicas épicas também. Quando Janice termina com Chandler (de novo), ele fica arrasado, e vai ouvir Lionel Richie abraçado ao pé do sapato que ele conseguiu arrancar do pé dela enquanto ela saía. Phoebe, com todo o seu talento musical, foi dar uma forcinha.


E por falar em Lionel Richie...
O cara tem umas músicas que faz a gente ter vontade de se encolher em posição fetal debaixo da cama agarrado a uma garrafa de vodka. Mas nenhuma é tão épica quanto Hello.

Quantas séries já tiveram cenas em slow motion ao som de Hello em um momento completamente "nadavê". Como neste episódio de Community onde Britta e Chang tiveram um... Como posso chamar aquela coisa bizarra?


A questão de Hello é que ela SEMPRE surge, sem exceção, no nada! Assim! A cena tá rolando e, de repente, HELLO! Is it me you're looking for... E tudo fica em câmera lenta e super dramático.

Isto também já aconteceu em tantas séries que eu já até perdi a conta


Menção honrosa: Happy Endings
Happy Endings chegou de levinho, assim no meio da fall season, mas agora já se tornou épica e veio cheio das referências. No caso desta série, não houve a música em si, mas Penny, a amázing, tem a mania de colocar letra de músicas no meio da conversa, como quando ela diz que o sujeito era um scrub, o que faz com que ela recite um verso da música Scrubs, doTLC, como parte da fala, ou quando Jane e Max brigam por um sweater e ela dá uma dura neles usando a letra da música You're So Vain como roteiro.



E você? Tem alguma música que nunca mais será a mesma para você por causa de alguma cena de seriado? Comentaê.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Once upon a time...

Era uma vez...

É assim que as histórias infantis e contos de fadas costumam começar. Esta história não é diferente neste sentido. Mas só neste sentido. Brace yourselves... porque tudo o que você sabia e imaginava a respeito dos contos de fadas será destruído... se você assistir Once Upon a Time.


A série começou a ser exibida pelo canal americano ABC no dia 22 de outubro do ano passado. Pela promo, eu sinceramente achei que seria bestinha e que não duraria nem meia temporada. Eu via pessoas comentando o quão genial estava a série pela timeline do Twitter e fiquei um pouco curiosa, mas já assisto a muitas séries e o tempo anda corrido.

Foi só quando duas amigas "reais" (que eu conheço pessoalmente e não pelo Twitter) me disseram  que estavam amando a série e que era espetacular que eu resolvi dar uma olhada no episódio piloto... E nunca mais larguei.

Até o momento, a série já teve 18 episódios, e eu assisti a todos eles em dois finais de semana de muito Fandangos e dores nas costas por ficar na frente do computador.

A história começa no momento em que o Príncipe Encantado encontra Branca de Neve em seu caixão de vidro e a beija, acordando-a da morte e levando-a para a felicidade ao seu. E eles viveram felizes para sempre... Só que não.

 A rainha má como prefeita de Storybrook e como... rainha má.

A rainha malvada, madrasta da Branca de Neve, alopra geral no casamento e joga uma maldição para que ninguém seja feliz, nunca mais! MUAHAHAHAHAHA <--- risada diabólica

Para que sua maldição seja dicunforça, a rainha manda todo mundo viver no "mundo real", o nosso mundo, onde os finais felizes não existem. Ninguém se lembra de suas vidas anteriores, as que tinham nos contos de fadas. Todos moram em uma cidadezinha onde o tempo não passa, e ninguém novo chega na cidade, e ninguém se muda de lá também. Coisas terríveis acontecem com quem tenta deixar Storybrook.

 Branca de Neve no mundo real e no conto de fadas.

Mas, antes que a maldição tomasse forma, Branca de Neve e o Príncipe Encantado têm uma filha, que é enviada para outro mundo para que sua vida seja salva antes que a rainha acabasse com todo mundo. Emma, o bebê, vai parar o mundo real.

Segundo o "bruxo" local, depois de 28 anos, uma salvadora aparecerá para tirar todos os personagens presos em Storybrook e devolvê-los à sua vida, derrotando a rainha maligna. Esta salvadora é a filha de Branca de Neve e Príncipe Encantado.

Mas as coisas ficam confusas... Emma é criada em lares adotivos, sem pais e tem um filho aos 18 anos, que dá para adoção. "Por acaso", o moleque vai parar em Storybrook e é adotado pela rainha má, que é a prefeita da cidadezinha.

Henry, o menino, tem um livro de história que conta tudo o que aconteceu nos contos de fadas e que explica como as pessoas foram parar em Storybrook. Ele encontra Emma e tenta convencê-la de quebrar a maldição.

 Emma e seu filho, Henry.

Ninguém NUNCA chegou em Storybrook, e nem saiu. Logo, a chegada de Emma é o maior bafo do minicípio.

Vou parar de contar por aqui. Não quero estragar a surpresa de quem eu convencer a assistir à série através deste texto. Esta "pequena" introdução foi necessária para que eu chegasse neste momento da minha "recomendação de série".

Once Upon a Time tem absolutamente tudo o que eu espero de uma série!
Tem ação!
Tem aventura!
Tem morte! (TODOS CHORA)
Tem romance!
Tem mistério!
Tem casal que não consegue ficar junto nem por reza braba!
Tem personagens fantásticos!
Tem atores espetaculares!
Tem um roteiro maravilhoso!
...
E tem um péssimo editor de efeitos especiais.

A série é tão cheia das fodelâncias que eu nem tenho coragem de reclamar dos efeitos especiais Shavon Style.

 Rumpelstiltskin. Personagem fantástico. Ator brilhante!

Para mim, a melhor parte desta série é que a cada episódio somos introduzidos a um personagem diferente. A série oscila entre o real e a ficção, mostrando cenas do personagem no mundo real e no mundo do conto de fadas, interligando uma história à outra para sabermos como ele chegou até ali. Em todos os episódios vemos personagens conhecidos de histórias infantis. Mas aqui eles têm hgistórias diferentes; mais sombrias e cruéis.

É muito interessante assistir ao episódio sem saber quem é aquela personagem e só depois descobrir que se trata da Chapeuzinho Vermelho, do Chapeleiro Maluco ou da Bela, aquela amiguinha da Fera.

Sem mais delongas (porque eu sei que ninguém lê nenhum texto inteiro neste blog mesmo), recomendo Once Upon a Time para quem curte tudo o que está nesta lista aí que eu fiz logo acima.

No Brasil, a série começou a ser transmitida este mês pelo Canal Sony.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Forever Alones... porque moram no lugar errado!

Este texto foi postado num blog que eu tinha com um grupo de amigos seriadores, no dia 19 de maio do ano passado. Uma pessoa me lembrou dele no Twiter e eu achei legal postá-lo aqui.

Outro detalhe: este post foi feito faz quase um ano. Nesta época, este personagens eram solteiros. Alguns deles já encontraram seu par em suas próprias séries atualmente.
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Quantas séries assistimos onde os personagens passam temporadas e mais temporadas em busca do grande amor de suas vidas, se envolvem com pessoas que no final das contas nada têm a ver com eles, e acabam tendo o coração partido em mil pedaços porque se envolveram com indivíduos que não valiam a pena?


Acredito que, como todo bom fanático por séries, todos torcemos para aquele personagem querido encontrar alguém e, assim, deixar de ser Forever Alone. Mas muitos deles nunca vão encontrar ninguém. E o motivo é um só: Eles estão na série errada! Algum sádico sem coração separou em seriados diferentes essas almas gêmeas, que deveriam se encontrar e viver felizes para sempre! Aí vão alguns casais que seriam perfeitos, se pudessem se encontrar:


Michael Scott (Steve Carell) e Leslie Knope (Amy Poehler):


Quem assiste The Office e Parks and Recreation não pode ter deixado de reparar na incrível semelhança entre o chefe da Dunder Mifflin e a coordenadora do setor de Parques e Recreação da prefeitura de Pawnee. Michael mora em Scranton (Pennsylvania) e Leslie em Pawnee (Indiana), mas a distância geográfica é o de menos. Apesar de Michael Scott ter o mínimo de escrúpulos exigido a qualquer ser humano, e Leslie ser uma pessoa super dócil e protetora de seus amigos e funcionários, as habilidades de ambos para “controlar” suas equipes, conseguir ferrar de vez o que já estava ferrado e meio e dar sua vida pela empresa na qual trabalham sem nunca conseguir nada em troca me fez pensar que esses dois seriam perfeitos!


Walter Bishop (John Noble) e Megan Hunt (Dana Delany):


Quem assiste Fringe (todo mundo que frequenta este blog, provavelmente), sabe que Walter é viúvo há anos, e nunca conseguiu mais nada de concreto depois disso. Querido por todos os fãs da série, o cientista sequelado chegado numa experiência regada a LSD merece uma companhia feminina (que não seja Astrid ou Gene) na sua vida. Megan é outra que adora abrir um corpo para ver o que pode encontrar de estranho lá dentro. Walter e Megan dedicaram suas vidas à profissão, deixando de lado o casamento e o relacionamento com os filhos. Ambos estão agora, depois de acontecimentos trágicos, tentando ganhar a confiança dos filhos, já que os casamentos foram por água abaixo. Walter tem tido um pouco mais de sucesso, mas Megan ainda está em sua primeira temporada. Ela ainda tem tempo. Por isso acho que Walter poderia dar uma ajudinha à ex-Desperate Housewife.

 
Spike, a.k.a William Pratt (James Marsters) e Katherine Pierce (Nina Dobrev):


Essa é pra quem curte vampiros. Não aqueles que brilham no sol e querem pegar o lobisomenzinho afim da namorada dele. Vampiros de verdade, que bebem sangue humano, foram transformados há mais de dois séculos e, surprise surprise: se apaixonam por humanos, que acabam sendo sua perdição. Ao contrário dos vampirinhos vegetarianos e puritanos que estão na moda, Katherine e Spike são chegados num sangue humano e muuuito, mas muuuuito sexo. Não é novidade pra ninguém dizer isso. Desde sua primeira aparição em Buffy, A Caça Vampiros (na época que vampiros ainda eram caçados), Spike sempre se mostrou ... digamos “animado” quando via menininhas indefesas. Katherine Pierce não é diferente. Kathy-bitch pega humano, vampiros, lobisomem... qualquer coisa que passar por perto ela tá pegando (e matando, by the way). Ambos, no entanto, se apaixonaram por humanos. Isso os fez mudar drasticamente. Katherine caiu de quatro (ôpa!) pelos irmãos Salvatore. “It’s okay to love them both”. Sempre tentando mostrar que tinha ficado boazinha para conseguir o amado de volta, Katherine quase esqueceu a sanguinária que era. Spike, ao se apaixonar perdidamente por ninguém mais ninguém menos que a caçadora de vampiros, se ferrou mais que a Olivia Alternativa, na series finale de Buffy. Outra semelhança incontestável é o período pré-vampirismo de Spike e Katherine. William (como Spike era conhecido antes de se vampirizar) era um poeta calmo e pacato, sempre vítima de bullying (desde o milênio passado essa praga já existe), que acabou se ferrando justamente por assim o ser. Katherine, anteriormente conhecida como Katerina Petrova, não era lá esse puritanismo todo, tanto é que teve um filho de sabe-se lá quem, que acabou dando origem à sua linhagem, resultando em Elena Gilbert (que deve ser a última Petrova viva, porque vai ser suicida assim lá no universo alternativo!). Mas a verdade é que Spike e Katherine lutaram por suas vidas antes de serem transformados e sua paixão por humanos sempre acaba mal. Logo... acredito que os dois se dariam mais que bem juntos.

E por último, mas não menos importante...

É mania de viciados em séries fazerem coisas sem sentido. Por isso, junto esse casalzinho que no futuro podem se encontrar (se um dos mundo não for destruído e se o moleque realmente existir depois dessa confusão da season finale).
Henry Dunham Bishop e Hope Chance: (todos dizem “oooowwwwnnnnn”)


Henry e Hope são os bebês mais fofos de todos os seriados que eu já assisti! Mais fofos até que a Emma Geller Green, que não era lá um bebê muito carismático. Apesar de Henry ter aparecido em apenas dois episódios e nem ter tido muitas cenas, a galera que curte Fringe é alucinada por ele. Fala sério! O DNA do moleque tem tudo para fazer dele um pedaço de mau caminho no futuro. Hope, que também tem um DNA agradável (a mãe foi eletrocutada mas, antes disso, era uma gracinha), é fofa desde o episódio piloto! Sei lá... já que é pra juntar casais que provavelmente nunca irão se conhecer, juntemos esses dois num futuro distante. Quem sabe Hope seja a solução para salvar os dois universos?

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Quando escrevi este texto, ainda não existia Up All Night. A Amy certamente entra na lista de bebês mais fofos das séries!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

The Vampire Diaries

Já ouvi muita gente desdenhando The Vampire Diaries. Mas nem posso falar muita coisa; eu mesma já desdenhei essa série como desdenhei poucas séries na minha vida. O motivo de tanto preconceito para mim foram as propagandas da Warner Channel (canal que exibe a série aqui no Brasil). Eu sinceramente acho que a galera que faz essas propagandas não assistem às séries.

Também criei um preconceitosinho besta porque era aquela época que a saga Crepúsculo fez o maior sucesso e eu sinceramente não vou com a cara daquela saga (não falo sem conhecer. Eu realmente li os livros). Muita gente comparava a série televisiva com a série cinematográfica. Já até ouvi gente falando que The Vampire Diaries copiou Crepúsculo. Aí a gente tem que mandar o sujeito crescer e aparecer um pouco antes de falar merda, porque os livros que deram origem a The Vampire Diaries foram escrito antes dos que deram origem aos filmes do Crepúsculo.

Me exaltei. Desculpem-me. É que não suporto essa discussão que nem deveria existir.

O elenco da primeira temporada de The Vampire Diaries.
Alguns destes não existem mais. E novos personagens já chegaram.

Voltando ao assunto. Tenho o costume de assistir ao finalzinho de algum episódio de uma série que não assisto porque estou esperando começar a que vai passar em seguida (no tempo que eu ainda assistia TV diariamente). Foi assim que peguei várias cenas de The Vampire Diaries (enquanto esperava por Ghost Whisperer) e acabei gostando muito. Mas não foi até a season finale que eu tomei a decisão de fazer uma master maratona.

Quando comecei a maratona desde o episódio piloto, a série já estava na metade da segunda temporada. Isso é bom, porque a gente assiste a vários episódios e acaba empolgando com a série. Muitas pessoas disseram que desistiram logo nos primeiros episódios. Como eu sabia como ia acabar a temporada, sabia que seria bom, então continuei.

Mas isso também foi chato porque a season finale da primeira temporada de The Vampire Diaries para mim é a melhor season finale de todas as séries que eu assisto ou que já assisti na minha vida! Olha que intenso isso! Eu já sabia o que ia acontecer, então não foi tão chocante. Mas, ainda assim, season finale LEGENDARY!

A série só foi ficando mais intensa à medida que o tempo passava. Estamos na metade da terceira temporada e a cada episódio algo totalmente inusitado acontece. Já fomos apresentados a muitos personagens; alguns que surgiram do nada e nunca mais apareceram; alguns que amávamos e morreram, mas depois voltaram; alguns que amávamos e morreram (ainda não me recuperei da morte dela); alguns que aparecem de vez em quando, somem, e depois voltam; alguns que chegaram pra ficar; e acredito que ainda vem muito mais pela frente.

Não vou contar aqui a história da série (assim como não contei exatamente do que se trata Fringe neste post); mesmo porque este é o tipo de série que só de contar o enredo já é um spoiler para quem ainda não começou a assistir. Minha intenção é dizer para quem tem preconceito contra série de vampiros e adolescentes que esta série não é uma série teen. Nos primeiros episódios da primeira temporada podia ser assim classificada. Mas, atualmente, a série atingiu um patamar de série que não consigo deixar de assistir por nada! E quem me conhece sabe que não tenho paciência para séries de 42 minutos, só para as sitcoms.

“Mas não é uma série sobre dois irmãos vampiros apaixonados pela mesma mulher?” É muuuuuuito mais do que isso! É como costumo dizer: O buraco é mais embaixo.

Dois irmão apaixonados pela mesma mulher.

The Vampire Diaries tem suspense (e muito!), romance (porque qual série não tem?), família (a maioria despedaçada, mas existem famílias), amizade, humor, doppelgangers (porque série boa hoje em dia tem que ter uma atriz fazendo dois papéis) e muitos atores lindos de morrer, que te fazem odiar sua própria imagem no espelho.

Nina Dobrev faz duas personagens: Elena e Katherine.

A lista de séries que já abandonei porque caíram na monotonia, ou porque eu não tive paciência de acompanhar, é imensa. Se The Vampire Diaries continua firme e forte entre as apenas DUAS séries dramáticas que eu acompanho, deve valer a pena assistir pelo menos alguns episódios para ver se vocês curtem.

Já convenci quatro pessoas a assistirem à série. E nenhuma delas se arrependeu até o momento.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Momentos épicos de Friends

Uma série tão épica, Friends nos presenteou com momentos épicos que quem é fã não esquece, e quem não é fã vira fã no momento que assiste a alguma dessas cenas. Decidi iniciar este ano com um post mais descontraído: os momentos épicos de Friends. "Descontraído" porque não tem como falar de Friends sem dar boas risadas lembrando de cada cena.

Quase todo texto meu que publico aqui neste blog vem em forma de Top 10. Desta vez, vou só listar, sem dar maior importância a um ou outro. Só porque é tudo muito épico mesmo! Antes de começarmos a relembrar, quero explicar que não coloquei as cenas emocionantes. Fiz uma lista só das mais engraçadas mesmo, que é pra galera relembrar e rir um bocado.


The routine



Não sei nem o que dizer sobre esta cena absolutamente épica! O Ross limpando a pista para dar mais espaço como se eles fossem dar AQUELE SHOW. Ou é o fato de eles terem feito a coreografia que eles apresentaram na oitava série na escola, mostrando claramente que esta deveria ser a idade de quem dança desse jeito. Ou se foi a "mudança" no final (quem assistiu ao episódio inteiro, sabe que a original seria a Monica segurar o Ross, já que ela era obesa na época da escola). Ou se é eles se sentindo OS ASTROS depois da apresentação, se exibindo para o produtor do programa. Por estes e todos os motivos do universo, este é um momento épico em Friends.


Unagui


Depois de passar o episódio inteiro enchendo o saco da Phoebe e da Rachel por elas não serem Unagi, Ross leva o troco. Ele passa o episódio todo assustando as duas e aparecendo inesperadamente para atacá-las para provar para elas que elas não sabiam se defender sozinhas, mesmo fazendo aula de autodefesa. No final, elas provam que ele também não é Unagi. A "epicidade" dessa cena não é tanto pelo fato das duas desmascararem o Ross, e sim pelo grito que ele solta quando elas aparecem. Épico!


Joey aprendendo francês


Surpresa mesmo foi a Phoebe saber falar francês (e italiano, como vimos quando ela conversou com a avó do Joey). Mas a Phoebe sempre soltava umas coisas que a gente nunca sabia se era verdade ou não. Ela era uma personagem bastante misteriosa. Mas... voltando ao assunto. Joey diz em seu currículo que fala francês, mas não sabe absolutamente nada sobre o idioma. Então, Phoebe resolve correr em seu auxílio. E o circo tá armado. Para Joey, falar francês é enrolar a língua (assim como falar inglês é para alguns brasileiros). Essa cena foi épica! E eu me acabei de rir com o "oh, de fuf" e o "blê de la blê de blu blá blê". E a crise que a Phoebe dá quando ele não faz nada certo... ainda melhor!


Monica e Rachel brigando


Essa briga clássica da Rachel e da Monica é épica por vários motivos. Primeiro, por ser uma briga que começa com petelecos, evolui para tapas e depois termina em... meiadas? A Phoebe ali do lado tentando apaziguar a situação dizendo "happy thoughts" e, em seguida, apelando e dizendo "Okay! Now I'm gonna kick some ass!". Essa briga é épica! E por isso entrou nessa lista.


We were on a break!

porque não consegui anexar

Essa cena vem acompanhada de várias outras com o mesmo assunto. A história que o Ross e a Rachel estavam "dando um tempo" virou catch phrase entre os fãs da série e rendeu muito assunto não resolvido para os personagens. Mas esta cena é a mais épica porque a briga fica feia. O Ross se afoba, a Rachel se afoba e sobra até pra coitada da Monica.


Monica e Rachel perdem o apartamento para Joey e Chandler


Essa cena é épica não só por ter ocasionado uma mudança drástica na série (a mudança dos apartamentos), mas também por causa de algumas falas que se tornaram inesquecíveis para os fãs de Friends. Não tem como não morrer de rir com a afobação master da Monica quando ela grita "That's not even a word!" e o "NOOOOOOOOOOOOO!!!!" da mesma personagem quando o jogo acaba.


Todos os flashbacks


Todos os flashbacks de Friends são épicos! Essa galera era muito linda na década de 1980. Os cabelos, as roupas, as gordas, os narizes... TUDO! Absolutamente épico!


O peru na cabeça


Joey colocou o peru na cabeça para assustar Chandler, mas não conseguiu tirar. A situação por si só já seria engraçada, mas com a afobação do Joey, a Phoebe sem saber de onde estava vindo aquela voz e a Monica desesperada, a cena toda ficou épica! O melhor de tudo foi o Joey rindo do que a Monica falou em um momento totalmente inapropriado, parecendo uma criança.


Phoebe surtando ao ver Chandler e Monica


Absolutamente épica a crise que a Phoebe dá quando acidentalmente vê Chandler e Monica juntos pela primeira vez.


Phoebe correndo no parque


Quando Phoebe chama a Rachel pra correr no parque, ela não imaginava que ia dar nisso.


A fita para parar de fumar do Chandler


Para que Chandler pare de fumar, Rachel empresta uma fita que fica repetindo a mesma mensagem, e ele deve ouvir enquanto dorme. Segundo Rachel, uma amiga dela parou de fumar com a fita. Só que eles não contavam com o fato de a fita ser direcionada ao público feminino, e que transformou o Chandler numa versão muito estranha de si mesmo.


Chandler dentro da caixa


Chandler diz que faria qualquer coisa para Joey perdoá-lo por ter beijado a namorada deste. Então, Joey diz para ele ficar dentro da caixa durante o jantar de Ação de Graças.


Ross e Rachel bêbados em Las Vegas


Ross desenha na cara da Rachel com uma canetinha permanente. Então, os dois têm que ficar presos dentro do quarto de hotel. Lá dentro, eles bebem tudo o que tem no frigobar e depois alopram geral. Essa cena foi absolutamente épica! E o Ross está mais hilário do que nunca!



A calça de couro do Ross




No Ano Novo, Ross faz a promessa de que para cada dia do ano ele experimentará uma coisa nova. Neste dia, ele resolve experimentar usar uma calça de couro. O Ross é o personagem que mais me fez rir nessa série. Olha a situação!




Tentando tirar o carro do Ross da vaga apertada




Ao fazer 30 anos, Ross decide comprar um carro esporte. Mas, quando vai mostrar para os amigos, ele encontra seu carro preso em uma vaga mega apertada. Esta foi a brilhante ideia que eles encontraram para tirar o carro da vaga. Outra que me fez rir.... e muito!




Ross, Rachel e Chandler levando o sofá pela escada




Ross compra um sofá mas, como a taxa para entrega é quase o preço do sofá e ele mora perto da loja, resolve levar sozinho, ou melhor, com a ajuda da Rachel. Para subir as escadas, os dois contam com a ajuda de Chandler. Essa cena me fez chorar de tanto rir!




Ross tocando gaita de foles e Phoebe acompanhando

A Jennifer Aniston quase explodindo do lado da Lisa Kudrow com vontade de rir! (mais épico ainda)

Para o casamento da Monica e do Chandler, Ross decide fazer uma apresentação especial. Como o noivo tem antepassados irlandeses, Ross resolve aprender a tocar gaita de foles. Nesta ocasião, ele toca para ver se os noivos aprovam. A resposta é meio óbvia, né? Esta cena é épica não apenas pela cena maravilhosa do Ross tocando um dos instrumentos com o som mais sem noção do planeta, mas o acompanhamento vocal da Phoebe é impagável!


Ross e Rachel cantando pra Emma


Ross e Rachel descobriram que a única coisa que faz sua bebezinha rir é um funk com uma letra bem suja. Então, eles cantam para ela. E cantam novamente. E não param de cantar porque, afinal, qual pai não gosta de ver seu bebê rindo desse jeito.


Ross tocando "teclado"


Ross diz que sabe tocar teclado e que tem suas próprias composições. Por isso, os amigos pedem para ele tocar. Absolutamente épico! Pelas caras e bocas que o Ross faz quando toca, pela genialidade da "composição"... por tudo!




Joey doesn't share food!




Acho que nem precisa comentar essa cena, né?


Galera! É muita coisa pra pouco blog. Se eu for colocar TODAS as cenas épicas de Friends, eu vou postar as dez temporadas aqui sem nenhuma edição.

Eu cheguei a chorar de tanto rir quando estava procurando estes vídeos pra postar aqui. Espero que vocês tenham rido tanto quando eu relembrando essas cenas épicas.

Tem alguma cena épica que vocês acham que merecia um lugarzinho aqui? Deixe um comentário me dizendo.