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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Episódios musicais

Quem curte um bom musical e é fã de séries, não pode reclamar quando as duas paixões de juntam. Ou pode? Nem sempre a ideia dá certo. Outras vezes, a produção se empolga demais e acaba mudando totalmente o rumo da série, fazendo com que o episódio musical seja uma episódio à parte e nem tenha muito a ver com o enredo.

Vou listar aqui quatro musicais de séries que eu sigo, ou um dia segui. Se houve um episódio musical de outra série além destas quatro, desculpem... mas é porque não conheço ou não assisto à dita.


Scrubs - My Musical



Na minha opinião, o melhor episódio musical! Eu sou fã de Scrubs. Mas muito fã mesmo! E detesto quando alguém diz que a série era idiota. Mas no fundo eu reconheço que ela era muito idiota mesmo. E era justamente este o motivo pelo qual eu gostava.

O musical de Scrubs foi excelente porque eles fizeram as próprias músicas. Para mim, é muito fácil pegar uma música que já existe e colocar num musical (cof cof glee cof cof).

Até hoje eu rio quando assisto a esta cena!

As músicas eram muito boas, com melodias realmente bonitas (sem zuêra) e com letras geniais que combinavam com cada cena.


Buffy - Once More With Feeling


Buffy marcou minha adolescência! Logo, não tem como eu falar mal dessa série. Foi também a primeira série que me mostrou um episódio musical. Eu absolutamente amei! As músicas também foram bastante originais (como as de Scrubs), com melodias que agarram na cabeça e letras que indicavam diálogos, e às vezes monólogos, muito interessantes.



Muito bom no quesito música e também muito engraçado, o musical de Buffy combinou muito bem com o momento pelo qual a série passava. O enredo não foi prejudicado, pois o que fazia todos cantarem e dançarem era um demônio que havia sido invocado.


Fringe - Brown Betty


Todo mundo sabe que sou fã de Fringe. Não vou falar mal de uma série tão querida para mim. Mas, enquanto os meus amigos fãs adoraram o episódio musical da série, eu particulamente detestei! A série passava por um momento crucial, a história pedia para ser desenvolvida, e os produtores gastaram um episódio inteiro com um musical que, na minha opinião, não foi muito bom.


Não gostei das melodias e nem das letras, além de, como já mencionado, quebrar o ritmo que a série seguia em sua segunda temporada. O episódio aconteceu porque Walter "deu um tapa" em uma droga caseira que ele batizou de Brown Betty e teve que tomar conta de Ella, sobrinha da Olivia. Para entreter a garota, o cientista inventou uma história onde os personagens eram as pessoas que eles conheciam. Bestinha, eu sei. Mas a galera curtiu pácas. Eu não.


Grey's Anatomy - Song Beneath the Song


O episódio musical de Grey's Anatomy fez uma coisa que eu odeio: usou músicas que já existiam e que, inclusive, já haviam sido utilizadas como trilha sonora de episódios das temporadas anteriores. No entanto, que surpresa! Eu curti. Se tem uma coisa que mexe comigo é a música certa no momento certo. O episódio musical de Grey's usou músicas que eu adorava com os personagens mais queridos para mim

 
Essa cena me faz arrepiar até hoje quando chega no refrão.

O episódio contou com uma personagem muito importante e querida de todos correndo um sério risco de vida. Eu queria até colocar outra cena aqui, com uma música da KT Tunstall. Mas não vou me prolongar neste post. A primeira vez que assisti a este musical achei fraco. Porque sempre espero muito mesmo, principalmente de um episópdio musical. Mas depois que assisti novamente consegui ver como o episódio "nem foi tão ruim".


E aí? Esqueci de algum? É claro que não vou colocar Glee e Smash que são musicais dentro de musicais... Um musicalception.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Forever Alones... porque moram no lugar errado!

Este texto foi postado num blog que eu tinha com um grupo de amigos seriadores, no dia 19 de maio do ano passado. Uma pessoa me lembrou dele no Twiter e eu achei legal postá-lo aqui.

Outro detalhe: este post foi feito faz quase um ano. Nesta época, este personagens eram solteiros. Alguns deles já encontraram seu par em suas próprias séries atualmente.
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Quantas séries assistimos onde os personagens passam temporadas e mais temporadas em busca do grande amor de suas vidas, se envolvem com pessoas que no final das contas nada têm a ver com eles, e acabam tendo o coração partido em mil pedaços porque se envolveram com indivíduos que não valiam a pena?


Acredito que, como todo bom fanático por séries, todos torcemos para aquele personagem querido encontrar alguém e, assim, deixar de ser Forever Alone. Mas muitos deles nunca vão encontrar ninguém. E o motivo é um só: Eles estão na série errada! Algum sádico sem coração separou em seriados diferentes essas almas gêmeas, que deveriam se encontrar e viver felizes para sempre! Aí vão alguns casais que seriam perfeitos, se pudessem se encontrar:


Michael Scott (Steve Carell) e Leslie Knope (Amy Poehler):


Quem assiste The Office e Parks and Recreation não pode ter deixado de reparar na incrível semelhança entre o chefe da Dunder Mifflin e a coordenadora do setor de Parques e Recreação da prefeitura de Pawnee. Michael mora em Scranton (Pennsylvania) e Leslie em Pawnee (Indiana), mas a distância geográfica é o de menos. Apesar de Michael Scott ter o mínimo de escrúpulos exigido a qualquer ser humano, e Leslie ser uma pessoa super dócil e protetora de seus amigos e funcionários, as habilidades de ambos para “controlar” suas equipes, conseguir ferrar de vez o que já estava ferrado e meio e dar sua vida pela empresa na qual trabalham sem nunca conseguir nada em troca me fez pensar que esses dois seriam perfeitos!


Walter Bishop (John Noble) e Megan Hunt (Dana Delany):


Quem assiste Fringe (todo mundo que frequenta este blog, provavelmente), sabe que Walter é viúvo há anos, e nunca conseguiu mais nada de concreto depois disso. Querido por todos os fãs da série, o cientista sequelado chegado numa experiência regada a LSD merece uma companhia feminina (que não seja Astrid ou Gene) na sua vida. Megan é outra que adora abrir um corpo para ver o que pode encontrar de estranho lá dentro. Walter e Megan dedicaram suas vidas à profissão, deixando de lado o casamento e o relacionamento com os filhos. Ambos estão agora, depois de acontecimentos trágicos, tentando ganhar a confiança dos filhos, já que os casamentos foram por água abaixo. Walter tem tido um pouco mais de sucesso, mas Megan ainda está em sua primeira temporada. Ela ainda tem tempo. Por isso acho que Walter poderia dar uma ajudinha à ex-Desperate Housewife.

 
Spike, a.k.a William Pratt (James Marsters) e Katherine Pierce (Nina Dobrev):


Essa é pra quem curte vampiros. Não aqueles que brilham no sol e querem pegar o lobisomenzinho afim da namorada dele. Vampiros de verdade, que bebem sangue humano, foram transformados há mais de dois séculos e, surprise surprise: se apaixonam por humanos, que acabam sendo sua perdição. Ao contrário dos vampirinhos vegetarianos e puritanos que estão na moda, Katherine e Spike são chegados num sangue humano e muuuito, mas muuuuito sexo. Não é novidade pra ninguém dizer isso. Desde sua primeira aparição em Buffy, A Caça Vampiros (na época que vampiros ainda eram caçados), Spike sempre se mostrou ... digamos “animado” quando via menininhas indefesas. Katherine Pierce não é diferente. Kathy-bitch pega humano, vampiros, lobisomem... qualquer coisa que passar por perto ela tá pegando (e matando, by the way). Ambos, no entanto, se apaixonaram por humanos. Isso os fez mudar drasticamente. Katherine caiu de quatro (ôpa!) pelos irmãos Salvatore. “It’s okay to love them both”. Sempre tentando mostrar que tinha ficado boazinha para conseguir o amado de volta, Katherine quase esqueceu a sanguinária que era. Spike, ao se apaixonar perdidamente por ninguém mais ninguém menos que a caçadora de vampiros, se ferrou mais que a Olivia Alternativa, na series finale de Buffy. Outra semelhança incontestável é o período pré-vampirismo de Spike e Katherine. William (como Spike era conhecido antes de se vampirizar) era um poeta calmo e pacato, sempre vítima de bullying (desde o milênio passado essa praga já existe), que acabou se ferrando justamente por assim o ser. Katherine, anteriormente conhecida como Katerina Petrova, não era lá esse puritanismo todo, tanto é que teve um filho de sabe-se lá quem, que acabou dando origem à sua linhagem, resultando em Elena Gilbert (que deve ser a última Petrova viva, porque vai ser suicida assim lá no universo alternativo!). Mas a verdade é que Spike e Katherine lutaram por suas vidas antes de serem transformados e sua paixão por humanos sempre acaba mal. Logo... acredito que os dois se dariam mais que bem juntos.

E por último, mas não menos importante...

É mania de viciados em séries fazerem coisas sem sentido. Por isso, junto esse casalzinho que no futuro podem se encontrar (se um dos mundo não for destruído e se o moleque realmente existir depois dessa confusão da season finale).
Henry Dunham Bishop e Hope Chance: (todos dizem “oooowwwwnnnnn”)


Henry e Hope são os bebês mais fofos de todos os seriados que eu já assisti! Mais fofos até que a Emma Geller Green, que não era lá um bebê muito carismático. Apesar de Henry ter aparecido em apenas dois episódios e nem ter tido muitas cenas, a galera que curte Fringe é alucinada por ele. Fala sério! O DNA do moleque tem tudo para fazer dele um pedaço de mau caminho no futuro. Hope, que também tem um DNA agradável (a mãe foi eletrocutada mas, antes disso, era uma gracinha), é fofa desde o episódio piloto! Sei lá... já que é pra juntar casais que provavelmente nunca irão se conhecer, juntemos esses dois num futuro distante. Quem sabe Hope seja a solução para salvar os dois universos?

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Quando escrevi este texto, ainda não existia Up All Night. A Amy certamente entra na lista de bebês mais fofos das séries!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Top 10 de séries favoritas

Este post vem atender a um pedido do @KevinWerneck, que me disse para fazer um texto com as minhas 10 séries favoritas. Eu espero que você reconheça a dificuldade de uma seriemaníaca como eu escolher apenas 10 séries para esta lista, Kevin. Mas, por ti, colega Fringemaníaco, eu botei meus três neurônios para trabalhar e listei aqui minhas 10 séries favoritas de todos os tempos. Posso até chamar esta lista de "Top 10 de séries que mudaram a minha vida".


10º lugar: Smallville (2001 - 2011)


Smallville não foi um caso de amor à primeira vista. Eu via as propagandas da série na TV e pensava "aff... que tosco". Até que peguei uma cena que atraiu minha atenção. Já estava na quinta temporada quando comecei a assistir. Em dois meses eu assisti às cinco temporadas e fiquei em dia LIKE A BOSS. Mas nem adiantou toda essa devoção. A temporada seguinte foi uma decepção do tamanho de Krypton e eu parei de ver. Mesmo assim, Smallville merece um lugar no meu Top 10 porque durante cinco temporadas ela era meu bem e meu mal. Outro aspecto que vale a pena lembrar aqui é o roteiro desta série, principalmente quando os diálogos envolviam a Chloe e o Lex. Absolutamente fantástico!


9º lugar: Seinfeld (1989 - 1998)


Para quem é da geração Seinfeld, esta é a melhor sitcom de todos os tempos. Há quem discorde; geralmente, são pessoas da geração Friends. Muita gente diz que Friends só fez o sucesso que fez porque Seinfeld acabou e deu espaço. De qualquer maneira, esta série é absolutamente fantástica, com catch phrases que você se pega falando e tuitando, personagens com o mínimo de escrúpulos possível, além de muita vergonha alheia. O roteiro é genial e, apesar do protagonista não ser lá um grande ator, seu talento como comediante colocou Seinfeld neste Top 10.



8º lugar: True Blood (2008 - atual)



Quando o assunto é vampiros eu sou suspeita pra falar. Sempre curti! Desde que eu tinha 4 anos e assistia Vamp. Mas True Blood é sensacional porque é cruel. Os personagens morrem, por mais queridos que eles sejam. Os vampiros matam; mas também amam. Vemos lobisomens, bruxos, médiuns... a merda toda! Por ser uma série da HBO, nem preciso falar que a nudez come solta lá, né? Confesso que a segunda temporada foi uma das piores temporadas da história das séries! Mas a terceira melhorou um pouco e a quarta... ARRASOU! Por isso, mesmo que a próxima temporada comece fraca (o que eu duvido um bocado), nunca desistirei de True Blood, pois a série já provou que sempre pode voltar a ser boa, e por isso está aqui nesse Top 10.



7º lugar: Grey's Anatomy (2005 - atual)


Eu sempre disse que série boa é aquela que te faz ter vontade de mudar de profissão. Duvido que há um fã de Grey's Anatomy neste mundo que nunca tenha pensado em ser cirurgião. Grey's Anatomy foi meu bem e meu mal durante um tempo. Em alguns meses eu assisti a quatro temporadas. Nem toda série pode provocar uma overdose numa maratona de quatro temporadas. Mas Grey's Anatomy pode. A série é muito tensa, com problemas pessoais dos personagens principais tão intensos quanto os dos pacientes. Grey's Anatomy tambem mata personagens queridos sem dó nem piedade e sempre nos joga uma season finale na cara que nos deixa meio.... whaaaaaaaat? Eu não acompanho mais Grey's Anatomy com a mesma frequência de antes. A série não é mais meu bem e meu mal. Assisto quando tá passando na TV e eu tô ali de bobeira. Mas ainda assim essa série merece estar nesse Top 10 de séries que mudaram a minha vida.



6º lugar: 30 Rock (2006 - atual)


Outra série que sou suspeita pra falar. Tina Fey é a criadora, produtora, roteirista e protagonista de 30 Rock. Tem alguma dúvida que eu ia amar? Esta foi mais uma série que eu desdenhei um bocado antes de assistir a uma cena que me fez ficar chocada com a qualidade da produção e dar meu braço a torcer. 30 Rock ganhava trocentos Emmys todo ano, me deixando puta porque muitas sitcoms ficavam de fora. Quando comecei a assistir do comecinho, entendi tudo! Essa série merece até um Oscar! Não!... Um Prêmio Nobel de Comédia. A série é absolutamente fantástica, com um humor ácido e inteligente, personagens cativantes e ao mesmo tempo desprezíveis, com atores brilhantes. Como não gostar? Só não está no primeiro lugar desse Top 10 porque chegou na minha vida depois das cinco primeiras posições.



5º lugar: Dark Angel (2000 - 2002)


Duas míseras temporadas. DUAS MÍSERAS TEMPORADAS!! Foi tudo o que me foi dado de Dark Angel. Mas não importa. Essa série me marcou profundamente. Foi dela que tirei o nome do meu talvez-futuro filho (Logan). Eu não ia muito com a cara da Jessica Alba (que sempre teve cara de nojinho pra mim), e também não ia com a cara da série quando via propagandas na TV. Até que assisti a um episódio e me apaixonei. Naquele tempo... (como tô velha!)... a gente tinha que ficar esperando um episódio por semana na TV e torcer para passar o piloto para conhecer a história, porque não tinha como fazer download dos episódios que tinha perdido. Mas eu acabei pegando um final de temporada e, logo em seguida, a Fox (canal que transmitia a série aqui no Brasil) reprisou toda a primeira temporada. A ansiedade pela espera da segunda temporada foi do tamanho do choque que levei na season finale. E aí.... Nada. Ela não voltou para a terceira temporada. Eu não tinha blogs de séries nem Twitter para me informar sobre cancelamentos e renovações, e até hoje não sei o que aconteceu. Só sei que essa série foi magnífica! Ela mudou a minha vida e, por isso, entrou no Top 5.



4º lugar: How I Met Your Mother (2005 - atual)


Essa série chegou a me fazer questionar o lugar de Friends no topo da hierarquia das sitcoms. As cinco primeiras temporadas de How I Met Your Mother me fizeram rir como eu não ria desde que Friends foi cancelada, em 2004. A série teve início em 2005, mas eu só tomei conhecimento no início de 2010. Em um mês, eu assisti a todas as temporadas. E é de conhecimento de todo seriador que quando a gente assiste em maratona, a graça aumenta consideravelmente. How I Met Your Mother é aquele tipo de sitcom que eu tinha que dar pause para rir para não perder alguma cena importante a seguir; por isso ela merece um lugar nesse Top 10, e mesmo no Top 5.



3º lugar: Friends (1994 - 2004)


Não tem dúvida. Friends é a melhor sitcom de todos os tempos! Sem discussão! A menos que você seja da geração anterior à minha, e aí você acha que foi Seinfeld. Até hoje eu assisto... Todos os dias! Enquanto almoço. Friends é aquele tipo de série que você ri muito quando assiste pela primeira vez. Aí, na segunda vez, você ri do mesmo jeito. Na terceira também. Até a milésima vez, você ri feito bobo. Às vezes, você ri antes da cena engraçada aparecer, porque você já viu tantas vezes que até já sabe o que eles falam a seguir. Friends só pode ser classificada como uma série épica. E nada mais. Por isso, ela levou a medalha de bronze.


2º lugar: Buffy, A Caça-Vampiros (1997 - 2003)


Esta série é do tempo que se matava vampiros e não se namorava com eles. Se bem que a Buffy bem que curtia dar umas escapulidas com os vampiros de Sunnydale. Buffy mudou a minha vida mais intensamente do que qualquer outra série! Acho que foi a única série que eu assistia tendo a mesma idade que os personagens principais. Só que eu ainda era dolescente quando eles ficaram adultos. Isso aí eu não entendi. Como é que eles envelheceram mais rápido que eu? Acho que no universo alternativo da ficção essas coisas acontecem. Buffy, A Caça-Vampiros tinha de tudo! Amizade, romance, ação, vampiros, probleminhas adolescentes, amigo virando inimigo, demônio virando colega de sala, diretor da escola virando demônio, vampiro virando namorado, namorado virando vampiro, namorado da amiga virando lobisomem, irmã surgindo de onde não existia... TUDO! Esta série mudou a minha vida, e a minha adolescência chata no interior de Minas Gerais. Por isso, Buffy, A Caça-Vampiros merece a medalha de prata.


1º lugar: FRINGE (2008 - atual)


Todas as séries dessa lista já passaram pelo momento que FRINGE passa agora no meu coração. É meu bem e meu mal, meu oxigênio e meu alimento. Nada no universo pode ser melhor que essa série. Meu Deus eu vou morrer de tão espetacular que é essa série! E é justamente por isso que tenho muito medo do rumo que a série pode tomar. Porque duas séries aqui listadas foram minhas grandes paixões, mas que eu abandonei completamente depois de algumas temporadas (Smallville e Grey's Anatomy). Mas tenho (quase) certeza de que isso não vai acontecer com FRINGE. Quem me conhece e começou a ler este texto já imaginava quem estaria em primeiro lugar. FRINGE tem tudo o que uma série deve ter para ser boa! Ação, suspense, romance de partir o coração, humor e... um universo alternativo. Absolutamente fantástico! Quando a gente ama um personagem (e, no caso de FRINGE, a gente ama a todos!), o que a gente mais quer é ver mais dele. Pois FRINGE nos dá duas versões de cada um! Às vezes, até mais de duas (SPOILER ALERT). Geralmente, eu desanimo de uma série com umas duas temporadas (com a excessão de House. Mas como ela nem entrou no Top 10... nada a declarar). Com Smallville e Grey's Anatomy, eu fiz uma grande maratona e minha paixão não durou muito quando chegou a hora de acompanhar em tempo real. Mas FRINGE... eu acompanho desde o episódio piloto, em 2008! São quase quatro anos de companheirismo, de amizade, de surtos psicóticos, sustos quando o volume está muito alto e apertos no coração. Nunca vi uma série ter tanto aperto no coração! Ganha até de Buffy e Dark Angel! Por ser tão absolutamente fantástica, FRINGE ganhou a medalha de ouro desse Top 10 de séries que mudaram a minha vida.

Observação pertinente: FRINGE é tão importante que tem que ser escrito com letras garrafais!


House e Heroes já tiveram um lugar especial no meu coração. Mas Heroes desandou a partir da segunda temporada, e House se tornou cansativa depois da sexta temporada.


E você? Qual as suas séries favoritas? Alguma das que estão na minha lista? Deixe um comentário me dizendo.