terça-feira, 13 de março de 2012

post sem noção...





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Nobody wants to be lonely....





Resultado da enquete

A enquete da semana passada foi sobre reality shows de talento. Eu, sinceramente, acho que só estes reality deveriam existir. Os reality de pessoas sem noção e barraqueiras só existem para que o Joel McHale me faça rir nas noites de sexta-feira com o The Soup.

Mas... bóra lá:


Perguntei sobre reality americanos porque são os que temos acesso. A maioria deles, se não todos, possuem versões em outros países, como Inglaterra, Canadá, Austrália, Itália, França, Espanha e outros.

Eu já imaginava que American Idol fosse ganhar. Mas a diferença foi bem pouca; até porque poucas pessoas votaram (blog forever alone).

Na minha humilde opinião, So You Think You Can Dance é o melhor reality, porque o talento que os participantes mostram é resultado de anos de treinamento e não um dom com o qual se nasce e pronto, como é o caso de alguns participantes do American Idol ou do America's Got Talent. Mas nem todo mundo curte e os brasileiros quase não conhecem.

Reality de culinária eu não curto e nem nunca vou curtir. Só serve para ver pessoas com talentos que eu nunca terei fazendo comidas que eu nunca comerei.

Reality de moda/modelos/cabelo/roupa... e quejandas eu não curto porque não curto nada que tenha a ver com moda mesmo.

Me lembraram no Twitter que eu esqueci de colocar The Voice. My bad! Esqueci mesmo!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Forever Alones... porque moram no lugar errado!

Este texto foi postado num blog que eu tinha com um grupo de amigos seriadores, no dia 19 de maio do ano passado. Uma pessoa me lembrou dele no Twiter e eu achei legal postá-lo aqui.

Outro detalhe: este post foi feito faz quase um ano. Nesta época, este personagens eram solteiros. Alguns deles já encontraram seu par em suas próprias séries atualmente.
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Quantas séries assistimos onde os personagens passam temporadas e mais temporadas em busca do grande amor de suas vidas, se envolvem com pessoas que no final das contas nada têm a ver com eles, e acabam tendo o coração partido em mil pedaços porque se envolveram com indivíduos que não valiam a pena?


Acredito que, como todo bom fanático por séries, todos torcemos para aquele personagem querido encontrar alguém e, assim, deixar de ser Forever Alone. Mas muitos deles nunca vão encontrar ninguém. E o motivo é um só: Eles estão na série errada! Algum sádico sem coração separou em seriados diferentes essas almas gêmeas, que deveriam se encontrar e viver felizes para sempre! Aí vão alguns casais que seriam perfeitos, se pudessem se encontrar:


Michael Scott (Steve Carell) e Leslie Knope (Amy Poehler):


Quem assiste The Office e Parks and Recreation não pode ter deixado de reparar na incrível semelhança entre o chefe da Dunder Mifflin e a coordenadora do setor de Parques e Recreação da prefeitura de Pawnee. Michael mora em Scranton (Pennsylvania) e Leslie em Pawnee (Indiana), mas a distância geográfica é o de menos. Apesar de Michael Scott ter o mínimo de escrúpulos exigido a qualquer ser humano, e Leslie ser uma pessoa super dócil e protetora de seus amigos e funcionários, as habilidades de ambos para “controlar” suas equipes, conseguir ferrar de vez o que já estava ferrado e meio e dar sua vida pela empresa na qual trabalham sem nunca conseguir nada em troca me fez pensar que esses dois seriam perfeitos!


Walter Bishop (John Noble) e Megan Hunt (Dana Delany):


Quem assiste Fringe (todo mundo que frequenta este blog, provavelmente), sabe que Walter é viúvo há anos, e nunca conseguiu mais nada de concreto depois disso. Querido por todos os fãs da série, o cientista sequelado chegado numa experiência regada a LSD merece uma companhia feminina (que não seja Astrid ou Gene) na sua vida. Megan é outra que adora abrir um corpo para ver o que pode encontrar de estranho lá dentro. Walter e Megan dedicaram suas vidas à profissão, deixando de lado o casamento e o relacionamento com os filhos. Ambos estão agora, depois de acontecimentos trágicos, tentando ganhar a confiança dos filhos, já que os casamentos foram por água abaixo. Walter tem tido um pouco mais de sucesso, mas Megan ainda está em sua primeira temporada. Ela ainda tem tempo. Por isso acho que Walter poderia dar uma ajudinha à ex-Desperate Housewife.

 
Spike, a.k.a William Pratt (James Marsters) e Katherine Pierce (Nina Dobrev):


Essa é pra quem curte vampiros. Não aqueles que brilham no sol e querem pegar o lobisomenzinho afim da namorada dele. Vampiros de verdade, que bebem sangue humano, foram transformados há mais de dois séculos e, surprise surprise: se apaixonam por humanos, que acabam sendo sua perdição. Ao contrário dos vampirinhos vegetarianos e puritanos que estão na moda, Katherine e Spike são chegados num sangue humano e muuuito, mas muuuuito sexo. Não é novidade pra ninguém dizer isso. Desde sua primeira aparição em Buffy, A Caça Vampiros (na época que vampiros ainda eram caçados), Spike sempre se mostrou ... digamos “animado” quando via menininhas indefesas. Katherine Pierce não é diferente. Kathy-bitch pega humano, vampiros, lobisomem... qualquer coisa que passar por perto ela tá pegando (e matando, by the way). Ambos, no entanto, se apaixonaram por humanos. Isso os fez mudar drasticamente. Katherine caiu de quatro (ôpa!) pelos irmãos Salvatore. “It’s okay to love them both”. Sempre tentando mostrar que tinha ficado boazinha para conseguir o amado de volta, Katherine quase esqueceu a sanguinária que era. Spike, ao se apaixonar perdidamente por ninguém mais ninguém menos que a caçadora de vampiros, se ferrou mais que a Olivia Alternativa, na series finale de Buffy. Outra semelhança incontestável é o período pré-vampirismo de Spike e Katherine. William (como Spike era conhecido antes de se vampirizar) era um poeta calmo e pacato, sempre vítima de bullying (desde o milênio passado essa praga já existe), que acabou se ferrando justamente por assim o ser. Katherine, anteriormente conhecida como Katerina Petrova, não era lá esse puritanismo todo, tanto é que teve um filho de sabe-se lá quem, que acabou dando origem à sua linhagem, resultando em Elena Gilbert (que deve ser a última Petrova viva, porque vai ser suicida assim lá no universo alternativo!). Mas a verdade é que Spike e Katherine lutaram por suas vidas antes de serem transformados e sua paixão por humanos sempre acaba mal. Logo... acredito que os dois se dariam mais que bem juntos.

E por último, mas não menos importante...

É mania de viciados em séries fazerem coisas sem sentido. Por isso, junto esse casalzinho que no futuro podem se encontrar (se um dos mundo não for destruído e se o moleque realmente existir depois dessa confusão da season finale).
Henry Dunham Bishop e Hope Chance: (todos dizem “oooowwwwnnnnn”)


Henry e Hope são os bebês mais fofos de todos os seriados que eu já assisti! Mais fofos até que a Emma Geller Green, que não era lá um bebê muito carismático. Apesar de Henry ter aparecido em apenas dois episódios e nem ter tido muitas cenas, a galera que curte Fringe é alucinada por ele. Fala sério! O DNA do moleque tem tudo para fazer dele um pedaço de mau caminho no futuro. Hope, que também tem um DNA agradável (a mãe foi eletrocutada mas, antes disso, era uma gracinha), é fofa desde o episódio piloto! Sei lá... já que é pra juntar casais que provavelmente nunca irão se conhecer, juntemos esses dois num futuro distante. Quem sabe Hope seja a solução para salvar os dois universos?

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Quando escrevi este texto, ainda não existia Up All Night. A Amy certamente entra na lista de bebês mais fofos das séries!

terça-feira, 6 de março de 2012

Resultado da enquete

O resultado da enquete da semana passada me surpreendeu.

Eu pensei que fosse apanhar dos fãs de Dexter por colocá-lo na enquete, mas a série foi a mais votada pelas pessoas que acham que ela já passou da hora de ser cancelada.


Grey's Anatomy, Private Practic e Cougar Town que, para mim, são as que já estão fazendo hora extra (tia Shonda que me perdoe), até que receberam poucos votos.

Royal Pains não recebeu voto nenhum, mas eu sinceramente acredito que é porque ninguém nem conhece essa série de tão chata que ela é.

The Mentalist me perdeu logo da segunda temporada; mas eu ainda tentei resistir na terceira. Não deu.

Esclarecimentos:
- Não coloquei Glee porque seria injusto com as outras séries, já que receberia TODOS os votos.
- Não coloquei House porque essa já foi pro saco.
- Não coloquei Fringe porque conheço meus amigos e sei que eles votariam só para sacanear comigo.


Fique ligado na próxima enquete!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Doppelgänger #6

Durante as atuações, eles se parecem mais. Nas fotos, nem tanto. Mas não pude deixar de notar a incrível semelhança entre os atores americanos Christopher Reeve (o eterno Superman) e Richard Chamberlain.



Veja outros Doppelgängers da vida real AQUI.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Suck it and see...

Lançado em junho de 2011, Suck It And See é o quarto álbum da banda britânica de indie rock Arctic Monkeys. Assim que foi lançado, eu, como boa fã, fiz logo o pedido pela internet (porque moro numa roça onde só encontro CDs de sertanejo, axé, Glee e música gospel). Fiquei realmente feliz por não ter escrito este texto assim que o ouvi pela primeira vez, como eu queria ter feito, porque Suck It And See é o tipo de álbum que a gente vai achar fantástico mesmo depois da terceira vez que ouve. Mas talvez seja só eu...

Suck It And See não foi o primeiro álbum que "melhorou" depois de algum tempo. Angles, do Strokes, também "voluiu" no meu ouvido, na minha mente e no meu coração (ai, que meigo!). Talvez, se eu escrevesse uma crítica do Angles hoje, ela seria bem diferente da que eu fiz no ano passado. (veja AQUI)

Arctic Monkeys foi criada em 2002, na cidade de Sheffield, na Inglaterra. A banda é formada por Alex Turner (vocal e guitarra), Jamie Cook (guitarra), Nick O'Malley (baixo) e Matt Helders (bateria e vocal de apoio). O estilo dos caras é, digamos, "peculiar". Não é todo mundo que consegue curtir. Na verdade, não é todo mundo que consegue curtir o indie rock britânico em geral. O americano é mais fácil de "aceitar", como Strokes e Interpol.

A capa do álbum. Simples assim.

Se compararmos Suck It And See com os álbuns anteriores, a palavra para descrevê-lo seria "maduro". Os meninos do Arctic Monkeys cresceram, e também cresceram suas composições.

Em 2006, a banda lançou seu primeiro álbum, chamado Whatever People Say I Am, That's What I'm Not, com os clássicos I Bet You Look Good on the Dancefloor e When the Sun Goes Down. Em 2007, surgiu Favourite Worst Nightmare, com Brianstorm, Fluorescent Adolescent e Teddy Picker (na minha humilde opinião de fã, o melhor álbum até o momento). Em 2009, foi a vez de Humbug, com Crying Lightning e Cornerstone.

Ao dizer que Suck It And See está mais maduro, não quis, de maneira alguma, dizer que os outros eram imaturos. Muito pelo contrário. Arctic Monkeys foi amor à primeira vista para mim. A voz grave de Alex Turner, que não aparenta ser dono daquele vozerão todo, os solos  e os riffs, a bateria frenética, o baixo que me deixa encantada (sou chegada num baixo)... É tudo perfeito demais para dizer que o trabalho dos caras é "imaturo". Mas eles certamente cresceram.

Jamie Cook, Alex Turner, Matthew Helders e Nick O'Malley.

A gente percebe nas letras, nas melodias e mesmo nos vocais de apoio. Dá gosto acompanhar uma banda cujo nível de trabalho nunca cai (isto é muito raro!). Ainda bem que tenho o prazer de ser fã de Arctic Monkeys (puxei o saco agora).

Deste último álbum, já temos quatro singles. Coincidentemente, são algumas das músicas que eu acho melhores na produção. Além de Don't Sit Down 'Cause I've Moved Your Chair e a que deu nome ao álbum, Suck It And See, temos essas duas aí:


De início, esta era a música que eu mais curtia no álbum.
Agora ela está entre outras cinco.


Esta também é uma das minhas favoritas.

Recomendo Suck It And See para quem curte indie rock, principalmente o britânico. É impossível curtir indie rock e não curtir Arctic Monkeys. E se você curtiu os vídeos e se interessou pelo álbum, recomendo também que dê uma olhada nos álbuns anteriores. São absolutamente fantásticos!

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Como eu avisei quando comecei este blog (ou o ressuscitei), minhas opiniões aqui são... bom, são minhas opiniões. Gosto cada um tem o seu e as pessoas têm o costume de achar que na internet o gosto dela é que prevalece e todo o resto é uma merda e todo mundo é ignorando e a sua mãe é uma gorda e uma vadia.

Então, quem acompanha este blog e me segue no Twitter sabe muito bem que sou indie rock até a morte. Esta "avaliação" do último álbum do Arctic Monkeys foi algo que fiz como apreciadora do indie rock britânico mais do que o indie rock de qualquer outra nacionalidade. Se achou o álbum uma merda... este não é seu estilo; e prometo que não vou xingar a sua mãe se você me deixar um comentário dizendo isto.

Também como explicado antes, não sou formada em música. Logo, minha avaliação é de fã, mas também é de quem entende SIM de música, de composição e do idioma que eles utilizam em seu trabalho.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Resultado da enquete

Esta semana eu perguntei para os leitores deste humilde blog qual série de vampiros eles consideravam melhor. (inspirada pelo último post)

Vou ser sincera: o resultado me surpreendeu.


Eu tinha quase certeza de que True Blood fosse ganhar. Tudo bem que a série começou com muito potencial e depois despencou o nível. Mas a última temporada até que foi muito boa!

Eu também achava que Angel teria bons votos.

E achava que The Vampire Diaries fosse ser deixada de lado por causa do preconceito que rola com a galera que considera a série como teen.

Se eu fosse votar, eu ficaria dividida.

Desde o primeiro dia da enquete, The Vampire Diaries e Buffy, A Caça Vampiros ficaram empatadas. Estas duas séries são as minhas favoritas! True Blood tem seus altos e baixos; mas nos momentos de "alto", ela fica entre as favoritas também.

Nunca conheci nenhum sujeito que gostasse de Moonlight e Blood Ties.