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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Elas foram arruinadas... Ou não?

Série sem trilha sonora não rola!

Muitas músicas ficam marcadas para os seriadores porque foram trilha de uma cena que marcou aquela série que ele tanto ama, seja uma cena romântica onde o seu casal favorito finalmente se acerta, ou seja numa cena de ação bem emocionante.

Mas tem músicas que nunca mais poderão ser levadas a sério porque foram usadas em cenas de sitcoms, aquelas que, por mais séria que seja a música, vai ficar engraçado, mesmo que não seja esta a intenção.

Listei algumas aqui que marcaram minhas sitcoms favoritas:


500 Miles - The Proclaimers (How I Met Your Mother)


Impossível um fã de How I Met Your Mother não rir muito quando escuta essa música, lembrando do Ted e do Marshall em época de faculdade. Ou lembrando do Marshall dizendo que detesta a música, e depois dizendo que ama, e depois detestando, e depois amando novamente.


Closing Time - Semisonic (The Office US


Andy foi nominado o novo gerente regional da Dunder Mifflin e, para ocupar o cargo com estilo, ele institucionou uma tradição: cantar Closing Time sempre que o expediente estiver acabando. Só ele aderiu, é claro. Mas agora eu sempre lembro dessa música quando tô saindo do meu trabalho.


All By Myself - Eric Carmen (Friends e muitas outras)


Todo fã de Friends lembra de quando Joey se mudou do apartamento que ele dividia com Chandler e os dois eram muito orgulhosos para dizer que sentiam falta do outro. All By Myself foi a trilha do sofrimento de ambos enquanto assistiam Baywatch.

Outras séries usaram essa música em cenas "tristes" que fizeram a gente rir um bocado. Na verdade, acho mais fácil encontrar séries que não usaram essa música.

How I Met Your Mother fez um cover (All By Ourselves) quando Robin e Barney queriam pedir desculpas para Lily e Marshall por terem faltado à sua "noite dos casais".

Em The Middle, Frankie surtou com os filhos e o marido e saiu dirigindo loucamente e ouvindo All By Myself a toda altura no carro, enquanto chorava copiosamente.


Believe it or not - Joey Scarbury (Seinfeld)


George Costanza fez uma mensagem personalizada pra colocar na secretária eletrônica e usou o ritmo de Believe it or not, mas com suas próprias palavras. Por mais que tenha mudado a música, ela nunca mais será a mesma pra mim e sempre lembro da secretária do George... a acabo rindo.


Kiss from a Rose - Seal (Community)


O reitor, que todo mundo sabe que tem uma quedinha pelo Jeff, deu um jeito de chantagear o coitado para passar a tarde com ele. Dentre os programas, eles cantaram um dueto no karaokê. E a música nunca mais foi a mesma aos meus ouvidos.


Endless love - Lionel Richie (Friends)


Friends foi a sitcom das cenas épicas (veja AQUI os momentos épicos de Friends). Nada mais justo do que ser a sitcom com músicas épicas também. Quando Janice termina com Chandler (de novo), ele fica arrasado, e vai ouvir Lionel Richie abraçado ao pé do sapato que ele conseguiu arrancar do pé dela enquanto ela saía. Phoebe, com todo o seu talento musical, foi dar uma forcinha.


E por falar em Lionel Richie...
O cara tem umas músicas que faz a gente ter vontade de se encolher em posição fetal debaixo da cama agarrado a uma garrafa de vodka. Mas nenhuma é tão épica quanto Hello.

Quantas séries já tiveram cenas em slow motion ao som de Hello em um momento completamente "nadavê". Como neste episódio de Community onde Britta e Chang tiveram um... Como posso chamar aquela coisa bizarra?


A questão de Hello é que ela SEMPRE surge, sem exceção, no nada! Assim! A cena tá rolando e, de repente, HELLO! Is it me you're looking for... E tudo fica em câmera lenta e super dramático.

Isto também já aconteceu em tantas séries que eu já até perdi a conta


Menção honrosa: Happy Endings
Happy Endings chegou de levinho, assim no meio da fall season, mas agora já se tornou épica e veio cheio das referências. No caso desta série, não houve a música em si, mas Penny, a amázing, tem a mania de colocar letra de músicas no meio da conversa, como quando ela diz que o sujeito era um scrub, o que faz com que ela recite um verso da música Scrubs, doTLC, como parte da fala, ou quando Jane e Max brigam por um sweater e ela dá uma dura neles usando a letra da música You're So Vain como roteiro.



E você? Tem alguma música que nunca mais será a mesma para você por causa de alguma cena de seriado? Comentaê.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Forever Alones... porque moram no lugar errado!

Este texto foi postado num blog que eu tinha com um grupo de amigos seriadores, no dia 19 de maio do ano passado. Uma pessoa me lembrou dele no Twiter e eu achei legal postá-lo aqui.

Outro detalhe: este post foi feito faz quase um ano. Nesta época, este personagens eram solteiros. Alguns deles já encontraram seu par em suas próprias séries atualmente.
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Quantas séries assistimos onde os personagens passam temporadas e mais temporadas em busca do grande amor de suas vidas, se envolvem com pessoas que no final das contas nada têm a ver com eles, e acabam tendo o coração partido em mil pedaços porque se envolveram com indivíduos que não valiam a pena?


Acredito que, como todo bom fanático por séries, todos torcemos para aquele personagem querido encontrar alguém e, assim, deixar de ser Forever Alone. Mas muitos deles nunca vão encontrar ninguém. E o motivo é um só: Eles estão na série errada! Algum sádico sem coração separou em seriados diferentes essas almas gêmeas, que deveriam se encontrar e viver felizes para sempre! Aí vão alguns casais que seriam perfeitos, se pudessem se encontrar:


Michael Scott (Steve Carell) e Leslie Knope (Amy Poehler):


Quem assiste The Office e Parks and Recreation não pode ter deixado de reparar na incrível semelhança entre o chefe da Dunder Mifflin e a coordenadora do setor de Parques e Recreação da prefeitura de Pawnee. Michael mora em Scranton (Pennsylvania) e Leslie em Pawnee (Indiana), mas a distância geográfica é o de menos. Apesar de Michael Scott ter o mínimo de escrúpulos exigido a qualquer ser humano, e Leslie ser uma pessoa super dócil e protetora de seus amigos e funcionários, as habilidades de ambos para “controlar” suas equipes, conseguir ferrar de vez o que já estava ferrado e meio e dar sua vida pela empresa na qual trabalham sem nunca conseguir nada em troca me fez pensar que esses dois seriam perfeitos!


Walter Bishop (John Noble) e Megan Hunt (Dana Delany):


Quem assiste Fringe (todo mundo que frequenta este blog, provavelmente), sabe que Walter é viúvo há anos, e nunca conseguiu mais nada de concreto depois disso. Querido por todos os fãs da série, o cientista sequelado chegado numa experiência regada a LSD merece uma companhia feminina (que não seja Astrid ou Gene) na sua vida. Megan é outra que adora abrir um corpo para ver o que pode encontrar de estranho lá dentro. Walter e Megan dedicaram suas vidas à profissão, deixando de lado o casamento e o relacionamento com os filhos. Ambos estão agora, depois de acontecimentos trágicos, tentando ganhar a confiança dos filhos, já que os casamentos foram por água abaixo. Walter tem tido um pouco mais de sucesso, mas Megan ainda está em sua primeira temporada. Ela ainda tem tempo. Por isso acho que Walter poderia dar uma ajudinha à ex-Desperate Housewife.

 
Spike, a.k.a William Pratt (James Marsters) e Katherine Pierce (Nina Dobrev):


Essa é pra quem curte vampiros. Não aqueles que brilham no sol e querem pegar o lobisomenzinho afim da namorada dele. Vampiros de verdade, que bebem sangue humano, foram transformados há mais de dois séculos e, surprise surprise: se apaixonam por humanos, que acabam sendo sua perdição. Ao contrário dos vampirinhos vegetarianos e puritanos que estão na moda, Katherine e Spike são chegados num sangue humano e muuuito, mas muuuuito sexo. Não é novidade pra ninguém dizer isso. Desde sua primeira aparição em Buffy, A Caça Vampiros (na época que vampiros ainda eram caçados), Spike sempre se mostrou ... digamos “animado” quando via menininhas indefesas. Katherine Pierce não é diferente. Kathy-bitch pega humano, vampiros, lobisomem... qualquer coisa que passar por perto ela tá pegando (e matando, by the way). Ambos, no entanto, se apaixonaram por humanos. Isso os fez mudar drasticamente. Katherine caiu de quatro (ôpa!) pelos irmãos Salvatore. “It’s okay to love them both”. Sempre tentando mostrar que tinha ficado boazinha para conseguir o amado de volta, Katherine quase esqueceu a sanguinária que era. Spike, ao se apaixonar perdidamente por ninguém mais ninguém menos que a caçadora de vampiros, se ferrou mais que a Olivia Alternativa, na series finale de Buffy. Outra semelhança incontestável é o período pré-vampirismo de Spike e Katherine. William (como Spike era conhecido antes de se vampirizar) era um poeta calmo e pacato, sempre vítima de bullying (desde o milênio passado essa praga já existe), que acabou se ferrando justamente por assim o ser. Katherine, anteriormente conhecida como Katerina Petrova, não era lá esse puritanismo todo, tanto é que teve um filho de sabe-se lá quem, que acabou dando origem à sua linhagem, resultando em Elena Gilbert (que deve ser a última Petrova viva, porque vai ser suicida assim lá no universo alternativo!). Mas a verdade é que Spike e Katherine lutaram por suas vidas antes de serem transformados e sua paixão por humanos sempre acaba mal. Logo... acredito que os dois se dariam mais que bem juntos.

E por último, mas não menos importante...

É mania de viciados em séries fazerem coisas sem sentido. Por isso, junto esse casalzinho que no futuro podem se encontrar (se um dos mundo não for destruído e se o moleque realmente existir depois dessa confusão da season finale).
Henry Dunham Bishop e Hope Chance: (todos dizem “oooowwwwnnnnn”)


Henry e Hope são os bebês mais fofos de todos os seriados que eu já assisti! Mais fofos até que a Emma Geller Green, que não era lá um bebê muito carismático. Apesar de Henry ter aparecido em apenas dois episódios e nem ter tido muitas cenas, a galera que curte Fringe é alucinada por ele. Fala sério! O DNA do moleque tem tudo para fazer dele um pedaço de mau caminho no futuro. Hope, que também tem um DNA agradável (a mãe foi eletrocutada mas, antes disso, era uma gracinha), é fofa desde o episódio piloto! Sei lá... já que é pra juntar casais que provavelmente nunca irão se conhecer, juntemos esses dois num futuro distante. Quem sabe Hope seja a solução para salvar os dois universos?

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Quando escrevi este texto, ainda não existia Up All Night. A Amy certamente entra na lista de bebês mais fofos das séries!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Top 10 sitcoms do momento


Fazer uma lista das melhores sitcoms da atualidade foi difícil. Deixei duas de fora que eu gostaria que tivessem entrado (New Girl e Up All Night). Mas eu dei um jeito e fiz. Depois, a parte difícil foi colocá-las em ordem, porque minha opinião sempre varia de acordo com o episódio que eu estou assistindo. Mas eu fiz o meu melhor e aí está o meu Top 10.


10 – Raising Hope



Acho que ninguém levava Raising Hope muito a sério, nem os próprios produtores. Mas não é que a série deu certo? Ela conta a história de Jimmy, um rapaz de 21 anos que transou com uma serial killer (sem saber que ela era serial killer, é claro), que foi presa na manhã seguinte e condenada à cadeira elétrica. Mas a pena só pode ser efetuada nove meses depois, porque ela estava grávida de Jimmy. O rapaz acaba ficando com a menina para criar, que acaba sendo chamada de Hope.

A série é uma deliciosa comédia, bem leve (ao contrário de outras presentes nesta lista). Jimmy mora com seus pais, Virginia e Burt, que o tiveram aos 15 anos, no auge na imaturidade, que carregam até hoje. Virginia é diarista e Burt limpa piscinas com a ajuda de Jimmy. Os dois cuidam de Maw-Maw, a avó de Virgínia que tem Alzheimer e nem sempre sabe em que ano está vivendo (às vezes não se lembra nem de colocar roupa).

Raising Hope entrou nesta lista por ser assim. Simples. Sem pretenções de ser uma grande série de sucesso. Os personagens são facilmente cativantes e a história nos pega de surpresa, pois a pobreza na qual a família Chance vive não tira a boa convivência dos integrantes, que sempre se dão muito bem. Burt é um asno que não sabe nem usar o computador. Virginia está sempre querendo ganhar mais dinheiro, mas nunca consegue. Jimmy se apaixona pela caixa do supermercado local (Sabrina). E Hope... Hope vai crescendo nessa confusão, mas muito amada por todos.

Só um detalhe. A atrizinha que faz a Hope é absolutamente a MELHOR atriz mirim que a TV americana já viu. Ela ri quando a cena é engraçada, ela fica séria quando algo suspeito está acontecendo e olha de maneira estranha quando alguém diz alguma coisa estranha. Vale a pena conferir Raising Hope, que já está em sua segunda temporada.


9 – The Office



Confesso que senti muito medo quando o protagonista da série (Steve Carell) anunciou que deixaria o elenco na oitava temporada. Já vimos muitas séries irem por água abaixo por causa disso (como Scrubs). Mas tudo correu bem (veja meu comentário sobre a temporada sem Steve Carell AQUI).

A série continua me fazendo rir um bocado. O fato de terem colocado alguém que já fazia parte da série para substituir Michael Scott (personagem de Carell) fez toda a diferença, na minha humilde opinião. Michael Scott faz falta, é claro! Mas a verdade é que, enquanto Jim continuar implicando com Dwight sem nenhum outro motivo que não o intenso tédio provocado por trabalhar em uma empresa de papel, a série continuará na minha watchlist. Enquanto as pessoas menos atraentes da televisão americana continuarem trabalhando na Dundler Mifflin, eu vou continuar assistindo. E, claro, o humor é absolutamente delicioso.


8 – Whitney



Whitney é uma série nova ainda, mas que já me conquistou de cara. Para começar, sua criadora, produtora e protagonista, Whitney Cummings, já havia me conquistado na mesa “redonda” do programa Chelsea Lately, onde uma porrada de comediantes sentam para comentar as notícias de celebridades da semana. Whitney também é comediante stand-up. Pronto! Currículo brilhante! Mas ela também é uma excelente produtora, roteirista e, às vezes, atriz. Digo “às vezes” porque em muitas cenas nós a pegamos prendendo o riso. Mas isso é normal. Afinal, Jerry Seinfeld também era comediante stand-up e era o piorzinho no quesito “ator” em sua série.

Whitney conta a história de Whitney (Que coisa, não?), uma mulher que 30 e poucos anos que mora com seu namorado, Alex, que é interpretado pelo talentosíssimo e hilário Chris D’elia, que também é comediante stand-up. Whitney tem pavor de casamento, mas a gente percebe que quando se trata de Alex ela encara tudo.

Whitney e Alex têm aqueles amigos que todo casal de sitcom tem. Só para variar um pouquinho, o grupo é formado por 3 homens e 3 mulheres (sounds familiar?). Assim como outras sitcoms que foram comparadas com Friends, Whitney mostrou que pode se manter sem escorar em outra. A série traz situações engraçadíssimas que o casal se envolve, além de seus amigos também serem levemente atrapalhados. Nos últimos episódios, tenho notado um pouco mais de sentimentalismo do que nos primeiros, mas eu achei que isso até melhorou a série, que chegava a ser fora do real de tão atrapalhados que são seus personagens.


7 – Happy Endings



Happy Endings chegou com cara de que ia sobrar feio e ser cancelada sem aviso prévio, como aconteceu com The Class (uma grande perda!). A série não teve sua series premiere em setembro, como geralmente acontece. Por isso, ficou perdida em janeiro/fevereiro, enquanto outras séries já estavam no meio de suas temporadas. Happy Endings apresentou seis amigos de vinte e tantos/trinta e poucos anos que vivem em Chicago. Daí mesmo algumas pessoas já não deram muita bola.

Sua primeira temporada ficou um pouco perdida na programação da emissora e por isso teve seus episódios transmitidos fora de ordem. Por algum motivo divino, a série foi renovada para a segunda temporada e voltou pra mostrar que merece um lugar no coração dos adoradores de sitcoms.

Pense em personagens lesados, causadores de extrema vergonha alheia e que saem totalmente do estereótipo. Pois é. Max é um homossexual que não liga nem um pouco para o corpo, nem para moda, nem para namoricos... Ele só gosta de comer sanduíches, beber cerveja e assistir futebol. Jane e Brad (que para mim estão entre os melhores casais da atualidade) são casados e bem estranhos. Se me perguntassem qual o personagem homossexual da série, eu diria que era o Brad.

Penny é a sempre-encalhada Forever Alone que sempre se envolve com caras estranhos e acaba sozinha. Alex e Dave eram um casal. Eram. A série começou com Alex largando Dave na igreja no dia do casamento deles. A intenção da série era mostrar como os seis amigos continuariam unidos com essa “quebra”. Mas a série meio que mudou de rumo. Não me pergunte qual rumo tomou. Só sei que tomou o rumo certo.

A Alex tem mostrado a cada episódio ser uma anta! O Max está cada vez mais largado. A Penny cada vez mas neurótica em ser perfeita e arrumar o namorado perfeito. O casal Jane e Brad cada vez mais se metem em situações de doer. E eu vou acompanhando tudo isso morrendo de rir das piadas geniais que eles lançam em meio a diálogos super rápidos e, muitas vezes, improvisados.


6 – Parks and Recreation



O dia a dia da repartição de parques e recreação do município de Pawnee, uma pequena cidade no interior de Indiana. Que chato! Não se a responsável pela série por Amy Poehler. Amy é a produtora e protagonista de Parks and Recreations, uma série estilo documentário que mostra... bom, mostra  dia a dia da repartição de parques e recreação do município de Pawnee, uma pequena cidade no interior de Indiana, como eu já disse.

Amy Poehler é Leslie Knope, uma funcionária inteiramente dedicada ao seu município e ao governo, que dá o melhor de si para que as pessoas de sua cidade tenham parques e centros de recreação decentes. Mas como nada na vida é simples, muito menos em uma sitcom, Leslie encontra empecilhos pela frente. A primeira temporada é toda centrada em um buraco enorme que ela quer transformar em um parque.

Parks and Rec (como é mais chamada pelos atores e produtores) possui um time de personagens que nos causa vontade de abrir um fã clube para cada um. Ron Swanson, o chefe de Leslie, é um homem durão, que nunca expressa nenhum sentimento, é louco por churrasco, armas e silêncio; ele está pouco ligando pro governo e faz o mínimo de trabalho possível. Para isso, ele conta com a ajuda de sua estagiária, April Ludgate, a pessoa mais mal humorada da história da TV americana. Todo mundo para April é idiota. Nada é importante o suficiente para demonstrar afeto. Ela é a secretária perfeita para Ron.

Ann Perkins é uma enfermeira meiga e muito bonita, que Leslie logo adotou como sua melhor amiga. Andy, namorado de Ann, é um asno que não deve saber nem quanto é 1 + 1. Jerry é o zé-ninguém do escritório, em quem a culpa sempre cai. Tom Haverfort é uma figura. Só de dizer que ele é interpretado por Aziz Ansari vocês já têm uma ideia. Tom está sempre inovando, tanto no seu visual, como em novas maneiras de ganhar dinheiro... e mulheres.

O roteiro de Parks é absolutamente incrível! E não é pra qualquer um. Para gostar de Parks and Recreation tem que ter pelo menos um nível intermediário de inglês e um conhecimento razoável da vida política dos Estados Unidos. As piadas são elegantes e sutis. Muitas vezes, são como um elefante em uma loja de porcelanas.

Muitas pessoas não gostam da série pelo estilo documentário. São as mesmas pessoas que não gostam de The Office e Modern Family (também nesta lista) por serem do mesmo formato. O roteiro e o humor se assemelham muito com The Office e 30 Rock (também presente na lista). É algo tenho observado: quem não gosta de Parks and Recreation, também não gosta de 30 Rock e The Office. E se gosta de um, gosta dos outros dois.


5 – 30 Rock



30 Rock é o endereço do Rockefeller Center, em Nova York, sede na rede de TV NBC. É lá que se passa a série, que conta o dia a dia de um programa de humor, seus roteiristas trabalhando em novos materiais, sues atores com crises de estrelismo e distanciados da realidade e de como a emissora tem se mantido com índices tão baixos de audiência. A NBC tem visto sua audiência despencar mais a cada ano, e eu acho absolutamente incrível eles terem a capacidade de zoar com o próprio infortúnio.

Em 30 Rock, Tina Fey (criadora, produtora, roteirista, protagonista e o diabo a quatro) é a produtora de um programa chamado The Girly Show, que seria como o Saturday Night Live. Os personagens são absurdamente idiotas e ao mesmo tempo brilhantes. O chefe de Liz Lemon (personagem de Tina) é interpretado por Alec Baldwin, que até conquistou minha simpatia de tão bem que faz o personagem.

O humor de 30 Rock também não é para qualquer um entender. Tem que ter um vasto conhecimento sobre a política do país, as emissoras e suas audiências, além de conhecer muito bem a língua, porque tem momentos que nenhuma tradução é digna das piadas de Tina Fey. A série começará sua sexta temporada no próximo mês. A temporada foi atrasada por que duas atrizes estavam extremamente grávidas na season finale na última temporada. Estou aguardando ansiosamente!


4 – How I Met Your Mother



How I Met Your Mother já teve dias melhores. Eu já cheguei a questionar o lugar de Friends no posto de melhor sitcom da história para colocar How I Met Your Mother. Mas Friends teve 10 temporadas de excelência. How I Met Your Mother não. A sexta temporada da série foi tão fraca que eu quase parei de assistir. Só “quase”. Mas ela está na quarta posição deste Top 10 porque as cinco temporadas anteriores foram absolutamente LEGENDARY!

How I Met Your Mother é narrada por Ted, o protagonista, que conta aos filhos como conheceu a mãe deles. A história se passa 25 anos no passado, que para nós é o presente, mas como ele está no futuro contando aos filhos... Entenderam?

Ted é um arquiteto que sonha em casar e ter filhos, mas nunca consegue achar a tão sonhada esposa. Enquanto ele conta a história aos filhos, nós vamos acompanhando a vida de Ted e seus amigos Marshall, Lily, Barney e Robin; a velha história dos amigos em Nova York. Muita gente compara a série com Friends. Até eu já fiz isso. Mas não importa. How I Met Your Mother é tão boa quanto Friends. Aí sim rola uma comparação.

A série tem frases e palavras que acabam virando chavões na internet e as pessoas aderem ao dia a dia. Os personagens são os mais vergonha alheia (principalmente a jornalista canadense Robin)!

É claro que muita coisa que o Ted conta aos filhos não tem absolutamente nada a ver com a mãe deles. Na verdade, 0,01% da série deve ter a ver com a mãe deles. Mas não importa, porque a série é boa de qualquer jeito. E o que faz ela ser tão boa é a narração e os inúmeros flashbacks dentro de outro enorme flashback que é a série em si.

Recomendo How I Met Your Mother e garanto! Não teve uma pessoa sequer a quem recomendei esta série que depois não veio me agradecer.


3 – Modern Family



Modern Family chegou pra ficar. Antes mesmo de começar, as promos da nossa medalha de bronze já me diziam que seria uma ótima série. Ao contrário da maioria das sitcoms que estreiam hoje em dia, ela não trata de amigos de vinte e tantos anos morando em Nova York (não que eu seja contra elas, claro). A série mostra uma... Bom, mostra uma família moderna. Jay é casado com uma mulher que tem a idade de sua filha. Gloria, a esposa de Jay, é latina e, para utilizar o termo correto, gostosona. Ela tem um filho do primeiro casamento, o Manny, um garoto sensível que amadureceu antes do tempo; com 12 anos, ele age como se tivesse 50.

Jay tem dois filhos, Claire e Mitchel. Claire é casada com o bem-humorado Phil, e o casal tem três filhos: Haley, a adolescente patricinha, Alex, a pré-adolescente nerd, e Luke, a criança com déficit de atenção que é bem provável que tenha alguns neurônios a menos. Mitchel é gay e namora Cam; os dois adotaram Lily, importada diretamente da Coreia.

A série é repleta de piadas brilhantes e situações que nos causam vergonha alheia, principalmente do casal Phil e Claire. Modern Family é gravada no estilo documentário, com os comentários de cada personagem sobre o que acontece.  Muita gente não curte esse formato. Eu adoro! Porque corta a cena no meio da ação e aparece o personagem mostrando seu ponto de vista, que geralmente é o contrário do que a gente está vendo.

Os atores são excelentes! Os personagens são magníficos! O roteiro é fantástico! Não tenho absolutamente nada de ruim para dizer sobre esta série. Só recomendo. A série já está na terceira temporada.


2 – Community



Com Community não tem outro jeito: ou você ama, ou você odeia! Nunca ouvi falar de alguém que goste um pouco de Community. Ou você mergulha na total falta de normalidade da série, identificando-se com cada esquisitice dos personagens, ou você acha aquilo tudo bizarro demais para assistir. Acho que está bem claro que eu estou no grupo dos que ama Community.

Nossa medalha de prata está em sua terceira temporada e para quem achava que o nível não podia continuar subindo (como eu), Community surpreendeu. A cada temporada temos episódios épicos que nos deixam boquiabertos com tamanha falta de sentido da história, que na verdade faz muito sentido se o telespectador for tão lesado quanto o produtor. Acredito seriamente que Dan Harmon, o produtor da série, deve usar umas substâncias um bocado ilícitas antes de escrever cada episódio, porque olha...

Community mostra a história de sete pessoas totalmente diferentes que acabam na mesma sala de aula em uma faculdade comunitária. Eles se unem em um grupo de estudo porque um personagem está afim de outro, mas no final das contas eles viram melhores amigos e se relacionam muito bem (e às vezes muito mal). A faculdade tem um reitor que só Jesus na causa!

Outro aspecto fantástico de Community, na minha opinião, é que tudo pode acontecer. Eu disse T-U-D-O! De zumbis a guerra de paintball. TUDO! As referências nerds feitas pelos personagens de Abed e Troy (que qualquer seriemaníaco pode se relacionar) também mostram que Community não é para qualquer um curtir. Tem que ter habilidade. E, até mesmo, um pouco de disposição.


1 – 2 Broke Girls



Nossa primeira posição mal chegou e já me conquistou. Não tinha passado nem 20 segundos do episódio piloto e eu já estava rindo loucamente do mau humor da Max e das tentativas frustradas de Caroline se aproximar da colega de trabalho.

2 Broke Girls conta a história de duas garçonetes, Max e Caroline. Max, de origem pobre, trabalha como garçonete de noite e como babá de uma família rica durante o dia, mas o que ela realmente sente prazer em fazer é seus famosos cupcakes, que ela vende na lanchonete. Caroline, de origem rica (na verdade, zilionária), vê-se abandonada à própria sorte (ou azar) depois que seu pai é descoberto desviando dinheiro de toda a alta sociedade de Nova York e é preso. Sem casa, sem família e sem amigos, Caroline arruma um emprego na lanchonete onde Max trabalha, por ser em um bairro pobre e afastado, onde seus amigos ricos nunca a verão trabalhando.

Max, que apesar de seu mau humor e grosseria natos tem um bom coração, acaba simpatizando com Caroline e a chama para morar com ela. A história da série é basicamente sobre as duas juntando dinheiro para montarem seu negócio de cupcakes. A cada episódio, elas se metem em uma confusão diferente para conseguir o dinheiro. E a gente se diverte muito com todas elas.

2 Broke Girls é criado e produzido por Whitney Cummings (sim, a Whitney de Whitney). O que mais me atraiu nessa série foi o roteiro, absolutamente fabuloso. Já vi comentários que dizem que “as piadas são muito óbvias” e que a série é “mais um enlatado americano com piadinhas prontas”. Sinceramente, acredito que estas opiniões pertencem a pessoas que não entendem patavinas de inglês, porque confesso que sem um entendimento razoável do idioma, a série pode ficar mesmo sem muita graça. Os trocadilhos, as frases prontas e as modificações semânticas que as personagens utilizam, principalmente a Max, não merecem ser traduzidas. Tem que entender no original mesmo.

O roteiro e os personagens secundários (como o colega de trabalho feio e sem noção que está sempre dando em cima de Max e Caroline, o chefe coreano e nanico que nunca consegue mulher e o caixa da lanchonete que tem o humor tão afiado quanto o de Max) só ajudam a deixar ainda melhor a atuação de Kat Dennings e Beth Behrs, que funcionam muito bem como uma dupla. Acredito até que as duas personagens isoladas em outras séries não teriam o efeito que elas têm em 2 Broke Girls. Ainda bem que a série existe, então.

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Provavelmente, 30 Rock ocuparia um lugar mais alto no ranking se estivesse no ar no momento. Mas por causa do atraso da season premiere, ela caiu um pouco de posição. Este hiato de final de ano também prejudicou meu julgamento. Como eu disse, a série que está me fazendo rir neste exato momento é a melhor série de comédia naquele momento. É uma questão de gosto...e  de momento.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dunder Mifflin sem Michael Scott


Faço parte dos poucos que ainda assistem The Office. A série deve ter boa audiência nos Estado Unidos; se não tivesse, não continuaria aí, em sua oitava temporada. Mas não conheço ninguém, dentre a galera que sigo no Twitter, que ainda assista.

Desde a temporada passada, na verdade, eu já não via ninguém comentando sobre a série na timeline. Minha paixão é sitcom. Assisto a quase todas as sitcoms que existem atualmente, mas dramas de 42 minutos, só assisto a duas (FRINGE e The Vampire Diaries). A paciência anda meio curta para aturar os dramas da ficção. Prefiro assistir comédia para distrair. De drama já basta a vida!

The Office! Sou tiete do Steve Carell, o ator que vive o protagonista da série, Michael Scott, então eu sempre fui muito suspeita para falar a respeito (também sou suspeita para falar de 30 Rock e de Parks and Recreation já que também sou tiete da Tina Fey e da Amy Poehler). Mas, infelizmente, Steve Carell não faz mais parte do elenco de The Office. Eu tinha muito medo do rumo que a série tomaria depois dessa mudança drástica (eu e a torcida dos Knicks).

Toda grande mudança em uma série pode acarretar uma queda vertiginosa na audiência (veja o que está acontecendo com a quarta temporada de FRINGE!). Mas há mudanças e mudanças. Algumas mudanças são escolhas dos próprios produtores da série (como ocorreu em FRINGE); no caso de The Office, foi o próprio ator que avisou que não participaria da oitava temporada, e os produtores tiveram que se virar.

Como toda fã de uma série, e principalmente de um personagem magnífico como Michael Scott, eu não quis acreditar. Sair um personagem de uma série já é um baque que os fãs sentem no coração. Mas tirar o protagonista? Eu não dava nem um mês para a audiência despencar e a emissora cancelar a série depois de sete anos de sucesso (foi o que aconteceu com Scrubs após seu protagonista sair na nona temporada).

Felizmente, teve solução. Inicialmente, Carell dizia que não participaria da oitava temporada. Depois, ele disse que havia tomado a decisão de se afastar da série ainda na sétima para que os fãs pudessem se acostumar com o novo chefe (seu personagem era o chefe de uma empresa de papel).

Enquanto os fãs aproveitavam os últimos episódios com Michael Scott, ouvíamos milhares de conjeturas a respeito de quem tomaria seu lugar como gerente regional da filial de Scranton da Dunder Mifflin. Jim Carrey, Ray Romano (de Everybody Loves Raymon e Men of a Certain Age), James Spade e Will Arnett (de 30 Rock, Arrested Development, Running Wilde e Up All Night) foram alguns dos cogitados para assumir o lugar de Steve Carell. Ricky Gervais, que viveu o mesmo papel que Carell na versão britânica (e original) da série, também foi cotado para assumir.

Para a nossa alegria, todos os atores que disseram que assumiriam o novo personagem deram as caras na season finale da sétima temporada. Cada um deles apareceu como um personagem que participava de uma entrevista de emprego para assumir o cargo de Michael Scott. Antes mesmo de Steve Carell anunciar sua saída, Kathy Bates (Harry’s Law) ingressou na série e sua empresa fictícia comprou a Dunder Mifflin. Por causa disso, muitos diziam que era ela quem tomaria o lugar de Carell.

James Spade, que participou da season finale, acabou conseguindo um lugar na série. Seu personagem era tão contundente em suas ideias, que a própria Jo (personagem da Kathy Bates) foi convencida por ele a deixar seu cargo e coloca-lo na presidência de sua empresa.


O novo chefe

A escolha no novo chefe foi uma surpresa, que só ficamos sabendo na season premiere da oitava temporada. Andie Bernard, o underdog mais Forever Alone da série foi nomeado o gerente regional da filial. Uma surpresa para os fãs (que acreditavam que seria o Jim) e uma surpresa para os outros personagens, já que Andie entrou na empresa depois deles.

Andie (vivido pelo magnífico Ed Helms, de Se Beber Não Case) é mais um dos personagens sem noção da série. Não estou utilizando uma linguagem desleixada aqui. Quem assiste à série vai concordar comigo: Não há outra palavra para descrever alguns personagens de The Office do que “sem noção”.

Andie deve ser comprador assíduo da grife Agostinho Carrara.

Andie foi noivo de uma colega de trabalho, que tinha um caso com um outro colega de trabalho. Todos sabiam... menos ele. Depois se apaixonou pela nova recepcionista da empresa. Que logo o largou, também por outro colega de trabalho. Além dessas desventuras do coração, Andie tentou tão sofregamente se aproximar de seu chefe quando foi transferido para a filial de Scranton que todos passaram a vê-lo como o puxa-saco.

Depois de dizer essa frase, Andie deu um soco na parede e foi internado numa clínica para controlar seus ataques de raiva.

É difícil mesmo imaginar o porquê de Andie ter sido escolhido como o novo chefe. Só posso garantir que, depois de pensar a respeito, percebi que foi a melhor escolha. O Jim seria muito “normal” para uma série tão retardada como The Office. Dwight... ninguém em sã consciência colocaria Dwight Kurt Schrute responsável por absolutamente nada na face desta Terra!

Andie quer fazer tudo certo. Quer ser o melhor e agradar a todos. Conhecemos a família do personagem nesta oitava temporada e vimos que ele é o underdog Forever Alone até mesmo na família, onde o irmão mais novo é o favorito (o irmão mais novo de Andie foi interpretado pelo músico Josh Groban).

Colocar Andie Bernard como chefe, depois de Michael Scott, foi a maneira que os produtores encontraram de continuar com a série (e com a empresa) sem que tudo ficasse normal demais para os padrões da série. Até o momento, a troca está dando certo.


A série

Quem gosta de personagens sem noção nenhuma da realidade, que não obedecem ao padrão hollywoodiano de beleza e que não são bem-sucedidos na vida pessoal e nem na profissional, recomendo The Office.

A série mostra mulheres feias e acima do peso. Homens mal humorados que trabalham num emprego que detestam só porque precisam sustentar a família. E ter o chefe mais sem noção do mundo não ajuda nem um pouco a gostar de vender papel.

Michael Scott gostava de ver seus empregados como família. Queria que todos fossem amigos e se amassem. Queria que todos vissem o escritório como um lugar de prazer e não de dever. Como ninguém o levava muito a sério, muitas vezes Michael extrapolava nas tentativas e causava situações embaraçosas entre seus funcionários, como beijar um funcionário homossexual para mostrar que não havia preconceitos, ou atacar uma funcionária que havia sido assediada sexualmente para mostrar que não tinha motivo a temer.

Esta é uma das piadas mais usadas por Michael Scott, mesmo no meio de uma reunião com seus superiores.

A sem-noçãozice (eu e minha mania de criar palavras) de Michael Scott faz falta sim! Mas a série continua excelente! As brigas e pegadinhas entre Jim e Dwight continuam as mesmas (graças a Deus!). Os personagens continuam do mesmo jeito desregrado e sem absoluta noção do que estão fazendo. Pelo menos com isso a gente pode contar.

Dwight e Jim. Os personagens que mais se engalfinham.

Muita gente não curte a série pelo formato. Ela é gravada como se fosse um documentário, com os personagens conversando com a câmera em um momento de confissão. Mas, a meu ver, é justamente isso que faz com que a série seja tão engraçada, porque podemos ver o que os personagens realmente pensam e planejam. Os momentos em que Michael Scott conversava com a câmera renderam as melhores pérolas da série.

Algumas:

“I love inside jokes. I'd love to be a part of one someday.” – Eu adoro piadas internas. Adoraria fazer parte de uma algum dia.

“People ask me, would you rather be feared or loved. Um, easy. I want people to be afriad of how much they love me.” – As pessoas me perguntam, você prefere ser temido ou ser amado. Essa é fácil. Eu quero que as pessoas tenham medo do quanto elas me amam.

“Nobody likes beets, Dwight! Why don't you grow something that everybody does like? You should grow candy.” – Ninguém gosta de beterraba, Dwight! Por que você não planta alguma coisa que as pessoas gostem? Você deveria plantar doces.

“I don't understand. We have a day honoring Martin Luther King, but he didn't even work here.” – Eu não entendo. Nós temos um dia para honrar Martin Luther King, mas ele nem trabalhou aqui.

“Wikipedia… is the best thing ever! Anyone in the world can write anything they want about any subject. So you know you are getting the best possible information.” – Wikipédia é a melhor coisa do mundo! Qualquer pessoa no mundo pode escrever qualquer coisa que quiser sobre qualquer assunto. Então você sabe que está conseguindo a melhor informação possível.

Olha o nível do chefe!

A beleza da galera de The Office.


The Office é a versão americana de uma série britânica, que tinha o mesmo nome. Eu, sinceramente, não achei muita graça na versão britânica. The Office é uma raríssima exceção onde a versão americana é melhor que a britânica.